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O CICLO de Documentário Institucional (INSTIDOC), que abriu esta semana, é uma oportunidade para transmissão de uma mensagem de paz aos moçambicanos quando o país atravessa um clima “volátil”.

Esta percepção é do embaixador da União Europeia (UE) em Moçambique, Sven Burgsdorf, que falava na abertura deste ciclo.

“A segunda edição do INSTIDOC faz parte do intercâmbio cultural mundial e constitui uma oportunidade para transmitirmos uma mensagem de paz e de reconciliação aos moçambicanos. É o que nós queremos fazer no filme “Cinco Elementos”, feito pela UE em 2014, apoiar a manutenção da paz, que ainda é muito volátil no país”, disse o diplomata, citado pela LUSA.

O INSTIDOC, promovido pela Associação Movimento, Cultura e Desenvolvimento, vai decorrer no Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM) e pretende divulgar iniciativas cinematográficas institucionais de realizadores de 12 países, nomeadamente Moçambique, Portugal, Brasil, Estados Unidos da América, Guiné-Bissau, Indonésia, Itália, Madagáscar, Quénia, Uganda, Sara Ocidental e Timor Leste.

Dos 24 documentários a serem exibidos, metade versam sobre Moçambique e pretendem abordar temas como Direitos Humanos, Educação, Empreendedorismo e Saúde, Ambiente e Conservação, Agricultura e Agroindústrias e Cultura.

“A nossa intenção é problematizar, divulgar, debater e solucionar as temáticas que cá trazemos nos documentários. O género institucional tem mérito e por isso foi a nossa escolha”, declarou a coordenadora do INSTIDOC, Benilde Matsinhe, lembrando que Moçambique tem uma tradição na produção de filmes institucionais em África.

A sessão inaugural da segunda edição do ciclo de documentários institucionais decorreu no CCFM, na cidade de Maputo, e contou com a presença de cineastas e produtores de cinema nacionais e estrangeiros.

“Esta iniciativa vai reforçar a importância da cultura na sociedade e nós queremos fazer parte desta acção. Esta é também a nossa ambição, valorizar elementos culturais do povo moçambicano”, disse à LUSA Leandro Estrela, director da produtora brasileira Cine Vídeo, que dirigiu o documentário “Marrabenta, Som de Moçambique”, do realizador Victor Lopes.

Por seu turno, a realizadora brasileira Júlia Pá defendeu à LUSA que a iniciativa do INSTIDOC é importante e única, destacando o facto de os temas abordoados retratarem a realidade quotidiana das populações dos países participantes.

“Este é um dos únicos festivais que trabalham só com documentários. Isso é muito importante e louvável, pegar temas sociais e discuti-los através da arte. Aliás, percebemos que os documentários transmitidos têm um toque artístico”, defendeu Júlia Pá.

Além da Associação Movimento, Cultura e Desenvolvimento e do Centro Cultural Franco-Moçambicano, a iniciativa tem o apoio do Instituto Nacional de Audiovisual e Cinema (INAC) de Moçambique e do portal SAPO.

Moçambique é considerado um dos pioneiros na produção de documentários em África. Após a independência, em 1975, o Governo entendeu que o cinema poderia ser um instrumento para difusão de ideias de reconstrução da nação e, através de um sistema de documentários que garantiam a produção nacional chamado Kuxa Kanema, incentivou a produção e a divulgação do género no país.

 

 

 

 

 

 

 

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