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A LONGA-METRAGEM “Yvone Kane”, da realizadora portuguesa Margarida Cardoso, sobre o reencontro de mãe e filha num país africano imaginário marcado pela guerra e por um passado colonial, estreia em Setembro nas salas de cinema das cidades de Maputo e Matola.

A primeira sessão será apresentada no dia 21 às 17.00 horas no Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo, com entradas livres. Uma outra exibição será feita na mesma data às 19.30 horas. No dia 22 haverá três sessões na mesma sala.

Na Matola o filme será apresentado nos dias 23 e 24, nos cinemas Lusomundo.

Onze anos depois da estreia de “A Costa dos Murmúrios”, também em parte rodado em Moçambique, Margarida Cardoso voltou a trabalhar com a actriz portuguesa Beatriz Batarda para “Yvone Kane”, a segunda longa-metragem de ficção, que é um novo olhar feminino sobre África, a guerra e a ideia de perda.

Além de Beatriz Batarda e da actriz brasileira Irene Ravache, o filme conta com os actores Gonçalo Waddington, Mina Andala, Samuel Malumbe, Herman Jeusse, Iva Mugalela, Maria Helena, Mário Mabjaia, Francilia Jonaze, Adriano Luz, Anne Kristine, Rosa Vasco e João Manja.

Escrito por Margarida Cardoso, o filme tem como fio condutor a história de Yvone Kane, uma ex-guerrilheira e activista política que defendeu a independência do seu país, mas a narrativa principal da ficção é a relação entre duas mulheres adultas, mãe e filha.

O filme foi rodado em Portugal e em Moçambique, mas Margarida Cardoso não o situa num lugar específico.

“Yvone Kane” teve estreia mundial no ano passado na Fundação Calouste Gulbenkian e já foi exibido em dois festivais, tendo valido à Beatriz Batarda um prémio de melhor actriz.

Além de “Yvone Kane” e “A Costa dos Murmúrios”, Margarida Cardoso é autora de várias curtas-metragens e documentários, entre os quais “Kuxa Kanema”, sobre a produção de cinema em Moçambique.

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