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O FILME “Comboio de Sal e Açúcar”, do realizador Licínio Azevedo, é o grande vencedor do Prémio da Crítica Independente Italiana (Boccalini d’Ouro), na categoria de Melhor Produção.

O anúncio foi feito recentemente durante a participação na Piazza Grande do Festival de Cinema de Locarno, onde se anunciou que arrecadoua distinção “Open Doors Grant”, no valor de 20 mil francos suiços (cerca de 18.400 mil euros)e o CNC, no montante de sete mil euros.

Cerca de quatro mil e quinhentos espectadores assistiram à passagem deste “Comboio” por um dos mais antigos e importantes festivais de cinema do mundo.

O festival, onde foi feito o anúncio do prémio, contou com a presença do realizador Licínio Azevedo, dos protagonistas António Nipita e Melanie de Vales Rafael, e do compositor responsável pela banda musical do filme, Joni Schwalbach.

Para a atribuição desta distinção, o júri argumenta que “Comboio de Sal e Açúcar” mereceu o prémio por ser um filme que assinala a capacidade que o cinema africano tem de enamorar o grande público.

A estreia desta obra cinematográfica causou grandes expectativas na Imprensa italiana, que o caracterizou como um surpreendente “Western africano com uma história verdadeiramente original”.

Mas não se ficou por aí. “Comboio de Sal e Açúcar” também foi destaque na Imprensa suíça, com os principais jornais, nas suas páginas de especialidade, a se referirem a este filme.

“Foi a primeira vez que um filme moçambicano passou pela Piazza Grande, e a estreia não desapontou. (…) Trata-se de uma história com laivos de western, com diversas referências, de Apocalypse Now a Train de Vie, e até Fitzcarraldo”. Assim escreveu Nicola Facinella, no jornal “La Provincia”.

Para Alessia Bergamaschi, do Giornale del Popolo, “A Piazza Grande oferece bom cinema com Comboio de Sal e Açúcar, um grandioso filme de Moçambique. Uma obra espectacular, entre os filmes mais apelativos vistos nos últimos anos. (…) Um filme que merece aplausos por assinalar um novo caminho para o cinema africano”.

Já o “La Regione”, diz, num artigo assinado por Ugo Brucaporco, que “O filme não se centra nas causas dos conflitos, preferindo focar-se nos eventos humanos dos passageiros, cada um com a sua bagagem de vida e suas esperanças para o futuro, apesar da situação complexa. (…) A história é linda e bem desenvolvida”.

Licínio Azevedo produziu, de entre outros, “Virgem Margarida”, “Desobediência” e “O Grande Bazar”.

“Comboio de Sal e Açúcar” é uma longa-metragem épica que resulta de uma co-produção entre a produtora moçambicana Ébano Multimédia e a portuguesa Ukbar Filmes.

O filme, gravado em Maputo, é baseado no livro homónimo, com o mesmo título, escrito há 15 anos pelo próprio realizador e que narra uma viagem realizada nas linhas férreas moçambicanas após a guerra civil. É a história de amor de uma enfermeira que se apaixona por um militar durante a viagem de um comboio que, em plena guerra civil, procura chegar ao seu destino sob iminente perigo de um confronto militar.

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