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OS escritores Ungulani Ba Ka Khosa, Paulina Chiziane, Lucílio Manjate, Danny Wambiri, Mbate Pedro e Sangare Okapi representam Moçambique na 12.ª edição da Feira Internacional do Livro (FLIPOÇOS 2017).

O evento arrancou no sábado passado e vai decorrer até sábado em Minas Gerais, Brasil, onde a arte e a literatura moçambicanas são os pratos mais fortes. O mesmo comporta várias actividades que envolvem escritores moçambicanos e de outras paragens do mundo.

Ungulani Ba Ka Khosa e Paulina Chiziane foram homenageados no dia da abertura do festival, no Teatro Urca, pela sua intervenção cultural dentro e fora do país, e ainda pelo compromisso que abraçaram em prol da acção literária, para além dos fortes laços que têm com o Brasil.

Nesta feira será igualmente homenageado o brasileiro Milton Hatoum, patrono do FLIPOÇOS 2017, escolhido pela organização por ser um dos mais consagrados romancistas da actualidade.

Durante este evento, Lucílio Manjate e Sangare Okapi lançarão os livros “A triste história de Barcolino, o homem que não sabia morrer” e “Mesmos barcos ou poemas de revisitação do corpo”, respectivamente.

Por seu turno, Ungulani Ba Ka Khosa irá autografar “Orgias dos loucos”, obra há pouco lançada pela editora brasileira Kapulana.

Ontem, no Teatro Benigno Gaiga, Ungulani, Manjate e Okapi estiveram presentes num evento em que o mote era os seus livros.

Hoje, na Arena Cultural, Manjate, Okapi, Mbate Pedro participam no “Encontro de Escritores Moçambicanos” com a escritora brasileira Susana Ventura.

Ainda hoje, autor de “Ualalapi” fará também parte do “Reencontro das Línguas Lusófonas-Brasil, Portugal e Moçambique”, com Afonso Cruz (Portugal), Kátia Bandeira de Mello Gerlach (Brasil/EUA), com moderação de Susana Ventura.

Já na quinta-feira, no Espaço IMS-Casa da Cultura, Sangare Okapi e Mbate Pedro vão conversar com o escritor brasileiro Vlademir Quieroz sobre a literatura moçambicana e brasileira.

Com efeito, não só os autores convidados farão parte do FLIPOÇOS. Os trabalhos de outros escritores nacionais estarão no festival porque o poeta Mbate Pedro, na qualidade de editor da “Cavalo do Mar”, levou consigo as obras de Andes Chivambo, Amosse Mucavele, M.P. Bonde e Hélder Faife, que atraíram interesse de editoras brasileiras.

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