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As cortinas do Teatro Avenida, na baixa da cidade de Maputo, abrem-se hoje a partir das 15 horas para receber o concerto de um grupo de crianças ligadas ao projecto de danças tradicionais e fabrico de instrumentos tradicionais.

Os bilhetes de entrada para este espectáculo custam 100 meticais, tendo sido subsidiados por alguns timbileiros da praça.

Orientados pela Orquestra Timbila Muzimba, os petizes pertencem a três escolas primárias completas de Maputo, nomeadamente Ndlavela, Unidade 7 e Unidade 10.

O projecto é coordenado pela Associação Cultural Wharethua, pertencente aos Timbila Muzimba.

As performances passam pela Ngalanga, Zorre e Timbila. As mesmas são o resultado das aulas que vêm tendo sob orientação dos jovens timbileiros, até porque o espectáculo é mais um marco das celebrações dos 20 anos da fundação desta orquestra que perpetua o legado de figuras como Eduardo Durão e Venâncio Mbande.

“Reconhecendo que as crianças são os futuros criadores e fazedores das artes e cultura decidimos dar-lhes formação na área de fabrico de instrumentos tradicionais, bem como ensiná-las a tocar, cantar e dançar”, explicou Lucas Macuácua.

Nas aulas, os petizes aprendem a fazer instrumentos como xigovia, timbila, batuque, tambor, entre outros tipicamente moçambicanos.

A expectativa é que eles possam garantir, mais tarde, que as manifestações artístico-culturais tradicionais se preservem ao longo dos tempos. E mais, para além de dedicar-se à preservação, eles poderão também ensinar os outros.

“O nosso sonho é que estas actividades sejam contínuas e regulares, pois, acreditamos que só assim podemos edificar uma sociedade que reconhece e valoriza as conquistas culturais do nosso país”, acrescentou Lucas.

Fundado em 1997, por um grupo de jovens bailarinos e músicos, descendentes de chopes que, entretanto, cresceram no meio urbano da cidade de Maputo, Timbila Muzimba vai carregando o título de embaixadores da timbila no país.

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