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É UM caso insólito e, no mínimo, de bradar aos céus. O conceituado músico Wazimbo foi interpelado, algures na zona baixa da cidade de Maputo, por um vendedor de discos piratas, dizendo-lhe que tinha em sua posse várias novidades da música moçambicana.

O músico, que se encontrava numa das suas habituais caminhadas, manteve a calma suficiente e perguntou ao vendedor ambulante se ele tinha algum disco de Wazimbo, ao que o ambulante respondeu com um vibrante “tenho”. É o álbum ‘Raízes’, ainda fresquinho. Acaba de ser lançado. Se quiser comprar muitos, podemos negociar e vou reduzir o “valor”, dizia o ambulante ao músico, sem se quer imaginar que a pessoa a quem tentava vender os discos piratas era o próprio Wazimbo, autor da obra.

Naquele momento, o ícone da música moçambicana comprometeu-se a comprar uma quantidade significativa de discos, supostamente para enviar aos seus familiares que se encontravam na Europa. Mas, disse ao vendedor que não possuía o valor em mãos, pelo que só poderiam ir a uma caixa automática (ATM) para levantá-lo.

Aceitando entrar no carro do músico, Wazimbo dirigiu a viatura até à esquadra mais próxima, onde acabaria por denunciar o vendedor ambulante, apresentando as provas às autoridades policiais que, rapidamente, trataram de formalizar a sua detenção.

“Na altura, ele não quis dizer onde é que adquiria aquele material pirata, quando a minha preocupação era saber ao certo onde é que se localizava a fábrica que distribui este material para a nossa praça”, contou o proprietário de uma das melhores vozes do país.

O vendedor foi preso de imediato, tendo sido liberto algum tempo depois mediante o pagamento de uma caução para que pudesse responder em liberdade, o que vai acontecer esta manhã em Maputo.

O caso vai ao julgamento às 10 horas hoje na 2ª Secção do Tribunal Judicial do Distrito Municipal Ka Mpfumu, na cidade de Maputo.

Este julgamento é, segundo Wazimbo, revestido de capital importância, pois a maioria dos comerciantes ambulantes nem sequer sabe que está num exercício ilegal, pelo que pode ser este o primeiro passo para a tomada de consciência.

“É bom que se tome consciência de que este crime lesa o nosso trabalho, porque o investimento feito para um disco é muito alto para perdermos aos olhos de todos”, expressou. Por outro lado, reconheceu que a culpa é, igualmente, dos compradores, que mantém o negócio vivo, uma vez que se não houvesse compradores não haveria vendedores.

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