Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

BEM dizia o saudoso Presidente Samora Machel: “as crianças são flores que nunca murcham”, pois o futuro delas depende. O jardim não pode morrer. Como que a concordar, Louis Armstrong, aquele vovó norte-americano que tocava trompete com os seus solos e mudou o rumo do jazz, cantou “I hear babies cry, I watch them grow/ They'll learn much more, than I'll never know/ And I think to myself, what a wonderful world (Eu ouço bebés chorando, eu os vejo crescer/ Eles vão aprender muito mais que eu jamais vou saber/E eu penso comigo, que mundo maravilhoso)”. É o seu eterno hino “What a Wonderful World (Que mundo maravilhoso)”. É isso. O futuro às crianças pertence, daí a obrigação de toda a sociedade de zelar por elas. Tal pode ser feito de diversas maneiras, mas, de certeza, começa por não se permitir que cresçam em ambientes de indigência e permitir-lhes que estejam num ambiente de boa educação de modo que envenenem o seu futuro. Mas sempre se diz que nunca é tarde. Aliás, uma frase que se atribui a Pitágoras é esclarecedora nesse sentido: “Educai as crianças para que não seja necessário punir os adultos”. O bom é que, ainda que ténue, lá no fundo, há uma luz. O futuro será risonho. Mas temos que pensar nele e incluir a todos.

 

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