Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

Os norte-americanos Jerry Siegel e Joe Shuster esboçaram um personagem que é produto da sua imaginação. Com o passar de tempo, esse personagem, que tinha poderes excepcionais, ganhou notoriedade e outros condimentos, que o tornaram em Super-Homem.

Esta é uma figura de pele impenetrável, capacidade de voar pelo espaço e força para derrubar montanhas, transformando-se em super-herói, porque sempre defendeu os fracos da tirania dos mais fortes. Ou seja, é uma figura do bem, que luta sempre contra o mal. Super-Homem entrou na imaginação infanto-juvenil mundial e inspirou crianças, adolescentes, adultos e idosos.

Jerry Siegel e Joe Shuster não esboçaram apenas uma personagem, desenharam um símbolo de resistência, perseverança e fé. Nos momentos de crise, muitos fecham os olhos e imaginam-se Super-Homens e acabam vencendo as adversidades, que a vida lhes impõe.

O Super-Homem tinha vida dupla, quando despia a capa de herói, usava outros trajes e tinha uma profissão: jornalista.

No fundo, aquela personagem criada por Jerry Siegel e Joe Shuster, era super-herói duas vezes, pois o jornalista é também super-herói. Diariamente descreve o pulsar do planeta. Grande parte da informação que a população tem é graças a esse profissional. Está (ou deve estar) sempre do lado da verdade, que muitas vezes tem sido pervertida por aqueles que fazem a adoração do mal.

 A morte torna-se frágil, não tem argumentos para convencer o Super-Homem.

Os jornalistas combatem um bom combate, vencem as adversidades e cumprem a sua missão de narrar o hoje. Contam somente com as palavras, sons e imagens. E assim contam os acontecimentos do mundo.

Será que a morte pode vencer este super-herói? Não! Os heróis não morrem. Nunca perdem a vida, mas metamorfoseiam e atingem outra dimensão. Os heróis (neste caso os jornalistas dignos) ganham vida através dos seus escritos, através das suas matérias audiovisuais. O labor da sua lavra torna-os únicos e autênticos.

Por isso, deveria ser pecado chorar no velório de jornalistas, pois a sua obra é imortal.

Os vermes podem consumir o corpo, os vermes podem mastigar os ossos, mas nunca conseguiram apagar a história.

Indeléveis são as peugadas destes seres que se entregam a esta profissão. Afinal, eles vivem cada trabalho com a mesma fome, a mesma sede, a mesma motivação, a mesma força, o mesmo vigor. Até porque é disso que o mundo precisa. É desses heróis (super-heróis) que a sociedade a eles se acocora, pois são sempre o último reduto da verdade.

Há dias o sangue de um jornalista parou de circular, o seu corpo foi para terra e os vermes vão consumir.

A carne se foi, mas a obra tem de viver, deve viver, não pode se perde. Porque o jornalista não morre, vive quando a informação circula, quando o legado é mantido. Vive e como vive!

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