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Categoria: Conversas ao sábado
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Em Junho do ano passado, o nosso matutino recuperou a preocupação generalizada da “morte” das salas de cinema. Foram três reportagens, nas quais denunciamos o estado de degradação, abandono e sub-aproveitamento das antigas salas de Maputo e a indignação dos cineastas face à situação.

Apesar de nos termos limitado à capital do país, estamos cientes de que o cenário se estende tenebroso pelo país afora. Os antigos espaços, que respondiam a essa actividade, foram tomados de assalto pelas igrejas, comerciantes e demais serviços, não aqueles para os quais foram concebidos.

Mas a sala, de facto, é o último lugar na cadeia de produção cinematográfica. O filme - longa ou curta metragem, seja documentário ou ficção - começa muito antes, na cabeça de alguém. Até chegar à tela, já passou por vários processos que têm custos elevadíssimos.

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