Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A Polícia da República de Moçambique (PRM) afirma que a sua actuação contra os cidadãos que trajavam camisetas da campanha “eu não pago dívidas ocultas” visava prevenir actos com potencial de contribuir para a alteração da ordem e tranquilidade pública na cidade de Maputo.
A campanha, que está sendo organizada pelo Centro de Integridade Pública (CIP), uma organização não-governamental, contesta a inclusão nas contas públicas da dívida calculada em 2,2 biliões de dólares americanos, contraída ilegalmente no período compreendido entre 2013 e 2014.
Na segunda-feira, agentes da PRM instalaram-se nas proximidades do edifício onde fica localizado o CIP para revistar os cidadãos que saíam daquela instituição e confiscar  camisetas com dizeres da referida campanha. 
“Os cidadãos precisam obedecer e cumprir a exigência da Polícia”, disse hoje, em Maputo, o porta-voz do Comando-Geral da PRM, Inácio Dina, durante o habitual briefing à imprensa. 
Dina referiu que a actuação da PRM para o caso vertente estava no âmbito das suas competências.
“Queremos desencorajar todos os cidadãos que pensem ou estejam a pensar em fazer parte. Apelar que os cidadãos utilizem instituições indicadas para qualquer manifestação”, disse.
A decisão da PRM, segundo Dina, foi feita após uma análise do actual cenário em Moçambique.
“Todos os moçambicanos estão cientes do cenário actual (…), avaliamos o estado da opinião pública e agimos,”disse.
“Qualquer agente da PRM pode fazer o que os de ontem fizeram, pois está dentro das suas funções revistar os cidadãos, desde que haja indícios e necessidade para tal”, afirmou. 
Na tarde de segunda-feira, o CIP denunciou o que considera de actos de intimidação levados a cabo pela Polícia, alegadamente, por causa da sua campanha visando o não pagamento das dívidas ocultas. 
O CIP negou, em conferência de imprensa, qualquer intenção de incitar à perturbação da ordem pública, dizendo, igualmente, estar preocupado com a actuação da Polícia, que, no seu entender, se consubstancia em actos de intimidação.
As dívidas ocultas foram contraídas ilegalmente entre os anos 2013 e 2014 envolvendo a Empresa Moçambicana do Atum (EMATUM), ProIndicus e a Mozambique Asset Management (MAM).

 

Comments

Morreu na noite de ontem, vítima de doença, o cidadão sul-africano, Andrew Hannekon, acusado pela procuradoria provincial de Cabo Delgado de ser mandante do grupo armado que, desde finais de 2017, vem efectuando ataques armados na região norte daquela província.

Uma fonte do hospital provincial de Pemba, onde Hannekon se encontrava internado desde a última sexta-feira, confirmou o facto ao “Notícias, acrescentando que desde segunda-feira que o doente se encontrava nos serviços de reanimação, onde acabou perdendo a vida na noite de ontem.

(Notícia em actualização)

Comments

 

O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) garante que tudo está a postos para o arranque do próximo ano lectivo, que terá lugar no dia 1 de Fevereiro em todo o território moçambicano. 


Em declarações à AIM, a porta-voz do MINEDH, Samaria Tovela, disse que para o presente ano o sector da Educação tinha como meta matricular 1.534.541 alunos, incluindo 218.658 no ensino secundário e 102.389 no ensino secundário do segundo ciclo. 
“Em linhas gerais, estamos a 97 porcento dos matriculados, mas ainda há algumas províncias onde os pais ainda estão a correr para legalizar a situação de seus filhos”, disse a fonte.
Para o presente ano, está prevista a contratação de 6.213 professores, a maior parte dos quais para o ensino primário. 
“Como sabemos, temos um número muito elevado de alunos, que vão entrar para o ensino primário e, assim sendo, para o ensino primário serão contratados 6.060 professores, os restantes 153 irão para o ensino secundário”, explicou. 
Samaria Tovela reconheceu que este número é insuficiente para acomodar as necessidades do ensino secundário, pelo que para suprir o défice serão atribuídas horas extraordinárias aos professores. 
Com relação ao livro escolar, foram adquiridos 14.778.363 livros, incluindo 274.500 manuais para os professores. Os manuais são livros que os professores usam como uma ferramenta de orientação no processo de ensino e aprendizagem.
A aquisição dos livros foi um exercício, que custou cerca de 23 milhões de dólares americanos.
Segundo, Samaria Tovela, os livros já chegaram a maior parte dos distritos do país que, por sua vez, canalizam às respectivas escolas nas suas zonas de jurisdição. 
Contudo, há alguns casos onde os livros são canalizados directamente para as escolas. A cidade de Maputo é um exemplo, onde os livros são expedidos dos armazéns para as escolas. 
“Mas o mais importante é que todas as crianças tenham o livro escolar logo no primeiro dia de aulas”, disse Tovela. 
As cerimónias centrais da abertura do novo ano lectivo terão lugar na Escola Primária Completa de Magoanine B, distrito de Ka Mubukwane, na cidade de Maputo.
Para a escolha pesou o facto de ter sido requalificada, recentemente, passando a dispor de mais 10 salas, que serão para o ensino secundário do primeiro ciclo. 
“Portanto esta escola vai leccionar da 1ª classe até a 10ª classe”, disse Samaria Tovela. 
Sobre as principais inovações para 2019, o MINEDH vai introduzir um novo regulamento de avaliação no qual todos os alunos passam a estar sujeitos a exames.
“Portanto, passa a ser abolida a dispensa ao nível do ensino geral e, por outro lado, ao nível do ensino secundário, ou seja na 10ª classe todos os alunos passam a realizar cinco exames, “nas cadeiras académicas fundamentais: estamos a falar de português, historia, geografia, matemática, física, química, desenho e biologia”. 
No que concerne aos alunos da 12ª classe, eles passam a realizar os exames de acordo com a sua área, ou seja letras, ciências e ciências com desenho. 

Comments

O governador da província do Maputo, Raimundo Diomba orienta, amanhã, quinta-feira, a cerimónia do lançamento da primeira pedra das obras de construção da Escola Secundaria, no bairro de Muhalaze, localizado no posto administrativo de Infulene, Municipio da Matola, província do Maputo.

Segundo o secretário do bairro,  Horácio Mabombo, esta é a primeira infra-estrutura do nível do ensino secundário a ser erguida em Muhalaze, que se vem juntar a duas escolas primária.

 Informou que o empreendimento é constituído por 10 salas de aulas, um bloco administrativo e um furo de água.

Segundo Mabombo, a escola, em função da sua localização, além de acolher os alunos provenientes das escolas primárias de Muhalaze, vai beneficiar também, os dos bairros vizinhos, nomeadamente, Matlemele, Nhamatibwana, Ngodloza e Boquisso.

Comments

O governo do distrito de Mutarara, provincia de Tete, encontra-se empenhado na sensibilização da população para a sua retirada, o mais depressa possível, das zonas consideradas de riscos às inundações e cheias ao longo das margens dos rios Zambeze e Chire.

O administrador distrital de Mutarara, Lucas Muidingue, que, recentemente, terminou uma visita a algumas localidades dos Postos Administrativos de Nyamawabué e Charre, apelou aos líderes comunitários, no sentido de manter a população em posição de alerta, face à subida dos níveis dos caudais dos rios Zambeze e Chire, em consequências das chuvas, que estão a cair um pouco pela região da bacia do Zambeze.

Lucas Muidingue, disse que as comunidades, que vivem nas proximidades das margens dos rios de Zambeze e Chire e aquelas que ainda se encontram nalgumas ilhotas devem abandonar a região, levando consigo todos os seus bens, para zonas mais seguranças.

‘’O distrito já está a registar subidas dos caudais dos rios Zambeze e Chire e as águas já estão galgando algumas áreas de campos de produção agrícola, o que já nos preocupa’’- apontou Muidingue.

Comments

Subcategorias

Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction