AS autoridades da Saúde, no Niassa, devem mais de sete milhões e setecentos mil Meticais a mil e duzentos profissionais em horas extraordinárias, urgências e senhas de presença.

O facto foi dado a conhecer pelo director do Hospital Provincial de Lichinga, Paulino Muarapaz, durante a apresentação do seu informe ao governador Arlindo Chilundo, no âmbito da visita que este efectuou àquela unidade sanitária.

Muarapaz explicou que o sector está a enfrentar dificuldades relacionadas com o pagamento de subsídios desde Junho do ano passado.

Esclareceu que mais de cinco milhões de Meticais, do total da dívida, diz respeito a horas extraordinárias, enquanto a outra parte está ligada ao pagamento de trabalhos de urgências e senhas de presença.

O valor em causa, de acordo com a nossa fonte, já foi enviado à Direcção Provincial de Economia e Finanças, esperando-se que, a qualquer momento, se faça o respectivo desembolso.

No terreno, os trabalhos decorrem sem grandes sobressaltos, uma vez que, segundo Muarapaz, os funcionários estão a par das dificuldades financeiras que o país atravessa.

Por seu turno, o director provincial deSaúde, no Niassa, José Manuel, explicou que a maior parte do valor devido tem a ver com o alojamento e alimentação de novos profissionais colocados em diversos distritos da província, a mais extensa do país.

Garantiu que esforços estão a ser feitos no sentido de evitar novas dívidas com a implementação de novas políticas de admissão de profissionais de Saúde, que passam pela redução de despesas relacionadas com o alojamento e alimentação.

Afirmou que a partir deste ano a colocação de profissionais de Saúde será feita por via de concurso para permitir que o Estado se liberte das despesas de alojamento e alimentação.

Num outro desenvolvimento, José Manuel anunciou que a dívida acumulada poderá ser liquidada através de amortização gradual e a longo prazo, sem prejuízo do pagamento de salários e subsídios. 

 

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