Um grupo de extensionistas, na província de Tete, poderá reaproveitar áreas degradadas para produzir alimentos nutritivos e de biomassa vegetal, usando sistemas agroflorestais sucessionais.


Segundo uma nota de imprensa da FAO, enviada à redacção da AIM, trata-se de cerca de quarenta extensionistas e produtores facilitadores de um projecto denominado “Escolas na Machamba do Camponês” de Tsangano, Angónia e Macanga, distritos da mesma província.

A erosão hídrica, surgimento de ravinas, aumento da temperatura e irregularidade do padrão pluviométrico, têm afectado a província de Tete.

Por isso, a FAO tem vindo a promover medidas de adaptação às alterações climáticas, introduzindo tecnologias sustentáveis de produção agrária, rumo ao objectivo de fome zero até 2030.

Além da província de Tete este programa se tem realizado nas províncias de Manica, Sofala e Gaza no centro e sul do país, respectivamente.

A especialista em solos e água da FAO, Laurinda Nobela, disse que, “através do modelo de agricultura sintrópica, pretendemos combinar diferentes espécies para benefício mútuo.”

Por outro lado, Ivete Maluleque, do IIAM, disse que “há uma necessidade de integrar este conhecimento na comunidade.”
 

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