Três funcionários público afectos ao Departamento de Administração e Finanças (DAF), no distrito de Macate, na província de Manica, acabam de ser detidos indiciados no crime de desvio de mais de três milhões de meticais do Estado.

Para lograr os seus intentos, os funcionários usavam senhas em sua posse para drenar dinheiro do Estado para contas pessoais.

As operações, que culminaram com o desvio do valor, iniciaram em finais de 2017, confirmou ontem à AIM, o administrador distrital de Macate, Maurício Mahsarubo.
A fonte explicou que o desfalque foi confirmado por uma equipa de auditoria que, há dias, trabalhou naquele distrito.
“As operações aconteciam aos poucos. Durante 17 meses, esses funcionários tiravam dinheiro para as suas contas bancárias. No total são mais de três milhões, que desapareceram dos cofres do governo distrital.

Os indiciados já estão detidos e prossegue a obtenção de mais elementos sobre a fraude e apurar se existem mais pessoas envolvidas no esquema”, disse a fonte.
Referiu que depois da descoberta do rombo, foram notificadas as instituições de justiça, que iniciaram um trabalho de investigação.
“A detenção é mesmo para facilitar o processo de investigação. Estamos perante um crime. É dinheiro do erário público e não podemos deixar, que pessoas, sendo funcionários, delapidem os cofres do Estado. Com esse valor podíamos materializar algumas actividades programadas para desenvolver o distrito e melhorar as condições de vida da população”, disse Mahsarubo. 
Os suspeitos saquearam o valor de forma faseada, levando 200 à 250 mil meticais em cada transferência bancária. Os montantes eram distribuídos pelas contas dos próprios funcionários e outras pessoas próximos, até à altura em que foi detectado o saque.

 

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