O Conselho Cristão de Moçambique (CCM) e a Comunidade de Sant’Egídio manifestaram ontem a sua profunda preocupação pela acção dos insurgentes que têm estado a perpetrar ataques hediondos na província setentrional de Cabo Delgado.
A inquietação foi expressa ontem, em Maputo, durante uma audiência que a Presidente da Assembleia da República (AR), Verónica Macamo, concedeu aos representantes das duas organizações religiosas.
A presidente do CCM, Felicidade Chirinda, disse que os ataques em Cabo Delgado têm estado a degradar o tecido das famílias moçambicanas.
Citada num comunicado de imprensa da AR, a que a AIM teve acesso na quinta-feira, Chirinda queixou-se igualmente da proliferação de congregações religiosas no país, muitas delas “com ideologias duvidosas”.
Por seu turno, a membro sénior da Comunidade de Sant’Egídio, Chiara Turrini, falou sobre as actividades em curso no âmbito do DREAM, um programa de assistência sanitária desenvolvido por aquela agremiação religiosa italiana e que tem como principal enfoque mulheres e crianças com HIV e SIDA. O programa DREAM privilegia, igualmente, o combate e prevenção de cancros.
A Presidente do parlamento moçambicano enalteceu o contributo que o CCM e a Comunidade de Sant’Egídio têm dispensado para o desenvolvimento do país.
Sobre o CCM, Verónica Macamo disse haver uma necessidade de legalizar as confissões religiosas existentes no país, “examinando suas ideologias”.
O CCM congrega pelo menos 24 igrejas evangélicas e duas associações. Mais de 700 confissões religiosas estão registadas no Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos.
A Presidente do mais alto órgão legislativo do país prestou, igualmente, o seu agradecimento pelo apoio multiforme que a Comunidade de Sant’Egídio tem vindo a canalizar no domínio da “consolidação e aprofundamento da democracia”, para além da assistência sanitária.

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O Serviço Nacional de Migração (SENAMI) registou durante o mês de Janeiro do presente ano 624 casos de perda de passaporte moçambicano, contra 79 de igual período do ano passado.
A informação foi tornada pública ontem, em Maputo, em conferência de imprensa, pelo porta-voz do SENAMI, Celestino Matsinhe.
Segundo Matsinhe, as províncias que registaram mais perdas de passaporte são a cidade de Maputo, com 385 casos; Maputo-província, com 170; e Gaza, com 37 casos.
“Por causa do elevado número de perdas de passaportes, o SENAMI apela a todo o cidadão nacional titular de passaporte ou outro documento de viagem para que o conserve devidamente, devendo porta-lo quando necessário,” disse.
“Em caso de perda, o titular deve participar o facto, rapidamente, às autoridades policiais mais próximas e, igualmente, comunicar os serviços de migração, podendo, caso queira, efectuar o pedido da segunda via do documento extraviado,” acrescentou Matsinhe.
O porta-voz do SENAMI referiu que grande parte dos casos de perda de passaportes não se regista durante uma viagem em que seja necessária a exibição daquele documento, porque na mesma ocasião os titulares perdem outros documentos de identificação, caso do Bilhete de Identidade (BI).
“Aconselhamos aos cidadãos nacionais a levarem consigo o passaporte em caso de necessidade. Passaporte é um documento de identificação, mas também é um documento de viagem por excelência, não faz muito sentido o cidadão sair de casa com passaporte e BI, sabendo que não vai viajar,” sublinhou Matsinhe.

 

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CEM comunidades de pequenos agricultores das províncias de Manica, Sofala e Tete esperam ver aumentados os seus rendimentos no quadro do Programa de Intensificação Sustentável do Cultivo de Milho e Leguminosas para a Segurança Alimentar na África Oriental e Austral (SIMLESA) que está a ser implementado pelo Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM). Leia mais

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A Procuradora-Geralda República exige mais intervenção dos magistrados do Ministério Público na tramitação processual, controlo da legalidade e prevenção e combate à grande criminalidade. Leia mais

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Um Centro de Saúde do Tipo II, com maternidade, que vai beneficiar uma população estimada em 30 mil pessoas, será inaugurada amanhã na localidade de Wiriamu, posto administrativo de Chiôco, distrito de Changara, em Tete.

A infra-estrutura, recentemente concluída, teve um custo financeiro de cerca de 30 milhões de meticais desembolsados pela empresa Hidroeléctrica de Cahora-Bassa, no âmbito do Plano de Responsabilidade Social da maior produtora de energia hidroeléctrica do país e na região da África Austral.

A obra de construção daquela unidade sanitária em Wiriamu teve a duração de 12 meses, sendo constituída por compartimentos de consultas e tratamento, um edificio de administração, duas residências para pessoal da Saúde, um sistema de captação e abastecimento de água potável, beneficiando de energia eléctrica da rede nacional.

O hospital de Wiriamu, apetrechado com equipamento moderno adquirido pela Hidroeléctrica de Cahora-Bassa, vai atender à população das localidades de Wiriamu, Chaola, Nhalicune e Mphalamabwè.

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