O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo decidiu manter em prisão preventiva o arguido Ndambi Guebuza, numa audição que terminou há momentos na capital do país.

O filho do antigo presidente Armando Guebuza foi detido no sábado, em Maputo, indiciado de ser um dos beneficiários de parte do dinheiro das dívidas ocultas.

Ndambi Guebuza, para além de ser amigo de parte dos réus recentemente detidos neste caso,  é descrito no processo como tendo recebido avultadas somas em dinheiro do esquema ilícito das dívidas.

Entretanto, o juiz de instrução criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo já validou a prisão preventiva de sete dos oito arguidos ouvidos no último sábado, no primeiro interrogatório.

Trata-se de Gregório Leão, antigo director-geral do SISE; António Carlos do Rosário, presidente do Conselho de Administração das empresas PROÍNDICUS, EMATUM e MAM; Teófilo Nhangumele, descrito como peça-chave na elaboração do projecto que deu lugar às dívidas ilegais; Inês Moiane, antiga secretária particular do presidente Armando Guebuza; e Bruno Tandane, Sérgio Namburete e Sidónio Sitoe, que vão continuar nos calabouços enquanto as diligências processuais prosseguem.

Ao arguido Elias Moiane, o tribunal decidiu conceder liberdade condicional, sob condição de pagar um milhão de meticais.

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O Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME) e a IGNITE Moçambique assinaram um acordo que visa levar energia a 1,8 milhão de pessoas que vivem nas zonas remotas do país, nos próximos três anos, através da instalação de sistemas individuais de energia solar, em 300 mil casas, em todas as províncias de Moçambique.

 

Em média, cerca de 600 mil pessoas (120 mil agregados familiares) irão receber energia, por ano, a partir da implementação do referido projecto, a ser desenvolvido pela IGNITE, em parceria com o Ministério dos Recursos Minerais e Energia.

 

No âmbito do acordo espera-se que 1.2 milhão de crianças passem a ter acesso à electricidade segura, sustentável e mais económica, substituindo energia pouco confiável, como o petróleo de iluminação ou carvão natural.

 

A IGNITE Power, uma plataforma com vasta experiência na distribuição e financiamento de sistemas solares rurais, apresenta um dos mais rápidos crescimentos em África, dispondo de um sistema de pagamento móvel Pay-As-You-Go, e a empresa está presente no Ruanda e na Serra Leoa.

 

De acordo com Max Tonela, Ministro dos Recursos Naturais e Energia, “este acordo é mais um avanço decisivo no cumprimento dos nossos objectivos de promoção de ENERGIA PARA TODOS que o Presidente da República lançou em Novembro do ano passado, o qual prevê que em 2030 todos os moçambicanos tenham acesso à energia eléctrica”.

 

“A IGNITE Moçambique foi escolhida como parceira após um longo e trabalhoso processo de avaliação com as nossas equipas do Ministério e do Fundo Nacional de Energia, o FUNAE, e pela sua capacidade financeira, soluções solares avançadas e experiência na implementação de projectos de electrificação em larga escala”, referiu o titular da pasta dos Recursos Minerais e Energia.

 

 

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O governo da província de Inhambane vai criar uma comissão de inquérito para averiguar as causas do naufrágio ocorrido ontem, domingo, na ponte-cais da cidade da Maxixe, causando a morte de nove pessoas.

O acidente levou à evacuação de 18 pessoas que se encontravam na embarcação, para o Hospital Rural de Chicuque, na Maxixe.

O Secretário Permanente do Governo de Inhambane, Ricardo Nhacuongue, disse que estão em curso diligências para se apurar as causas da tragédia.

“Conforme ouvimos dos próprios passageiros, o barco, ao se pôr o motor a funcionar, começou a tirar faíscas, cenário de incêndio. Daí os passageiros ficaram em pânico, começaram a saltar do barco e é daí que essas pessoas, não sabendo nadar, acabaram perdendo a vida no local”, disse.

Na altura do naufrágio a embarcação fazia o trajecto Maxixe-Cidade de Inhambane e transportava mais de 70 passageiros.

As autoridades marítimas e do corpo de salvação pública prosseguem com acções de buscas na baía de Inhambane, para a localização de possíveis desaparecidos. (RM)

 

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Ndambi Guebuza, filho de Armando Emílio Guebuza, ex-Presidente de Moçambique, detido neste sábado (16), em Maputo, acusado de participação no escândalo das “dívidas ocultas” estimadas em mais de dois mil milhões de dólares americanos, tem ligações com Bruno Tandane, detido sexta-feira, e com Jean Boustani, detido nos Estados Unidos da América (EUA), em conexão com o mesmo caso.

Segundo escreve o jornal “Carta de Moçambique”, na sexta-feira, logo que o nome de Bruno Tandane foi revelado que está detido no caso das “dívidas ocultas”, todas as referências sobre a sua história convergiam para uma alegação de que era um associado “ao filho do antigo Presidente Armando Emílio Guebuza, um frequentador assíduo das hostes da então família presidencial”.

“A alegação tornou-se verdadeira quando circulou nas redes sociais um recorte de uma edição do Boletim da República (BR) mostrando a constituição de uma empresa, a Mobimoveis Limitada, em Março de 2011, onde os dois são sócios únicos”, refere o “Carta de Moçambique”, que depois acrescenta que o facto “aconteceu dois anos antes da organização do calote”.

Bruno Evans Tandane Langa tornou-se sócio de Ndambi Armando Guebuza nessa altura, mas “já eram amigos de longa data”.

A VOA, por seu turno, escreve que Ndambi Guebuza terá estado, na França, com o libanês Jean Boustani, ora detido nos EUA, por envolvimento em processos de transferências milionárias para individualidades moçambicanas. “Consta que Ndambi, sendo filho do Presidente (Guebuza), foi influente na apresentação de Jean Boustani a governantes moçambicanos”, remata a VOA.

Boustani encontra-se detido em Nova Iorque, onde já foram feitas audições preliminares do caso, para o qual as autoridades de justiça americana solicitam a extradição de Manuel Chang, que foi ministro das Finanças de Armando Guebuza.

Com a detenção de Ndambi Guebuza sobe para nove o número dos primeiros suspeitos que recolheram aos calabouços nos últimos dias, em Maputo.

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O DISTRITO de Magude, província de Maputo, ainda não contratou professores para o presente ano lectivo, apesar do arranque, há cerca de duas semanas de aulas. Neste momento, está em curso o processo de recepção das candidaturas para depois seguir-se a selecção, divulgação e homologação dos resultados. Leia mais

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