A Inspecção-Geral do Trabalho (IGT), a nível da cidade de Maputo, suspendeu durante o mês de Maio do ano em curso 30 trabalhadores estrangeiros contratados ilegalmente por diferentes empresas localizadas na capital moçambicana.
A actividade inspectiva, que culminou com o desmantelamento da rede de emprego de mão-de-obra estrangeira ilegal, incidiu sobre empresas do sector de prestação de serviços, comercial e da construção civil.
Dos 30 trabalhadores em situação irregular, 16 desempenhavam as suas actividades no ramo da construção civil.

Em termos de nacionalidades, a China é que introduziu maior número de trabalhadores estrangeiros ilegais na cidade de Maputo, num total de 26, vinculados às empresas CIGICOP, Jin Xim Aluminium, China Jiangsun International e Ting Trading.
As outras nacionalidades foram a paquistanesa, com três trabalhadores, e portuguesa, com um.
Um comunicado da Direcção do Trabalho da cidade de Maputo, recebido pela AIM, refere que as empresas implicadas na contratação ilegal de mão-de-obra estrangeira foram chamadas a esclarecer a situação dos seus trabalhadores e, não tendo dado explicações plausíveis, as autoridades inspectivas decidiram pela sua suspensão.
A lei de trabalho prevê que as empresas que operam no território nacional devem integrar trabalhadores nacionais nas diversas áreas de maior complexidade, seja técnica, administrativa ou de gestão, prevendo, igualmente, que a contratação de mão-de-obra estrangeira só pode ocorrer, somente, quando em Moçambique não se encontre resposta, em termos de candidatos nacionais qualificados para ocuparem determinado posto.

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O governo vai introduzir, em Janeiro do próximo ano, o Fundo Nacional da Educação Profissional.
Trata-se de um fundo que resulta da negociação com os empregadores para que seja uma contribuição de 0.6 por cento da carga salarial mensal destinada a  financiar a área de formação.
O director-geral do Instituto Nacional de Formação Profissional Alberto Cassimo, Anastácio Chembeze, disse que o Fundo vai trazer resultados encorajadores e alavancar a área de formação profissional.
Em entrevista à Rádio Moçambique, Chembeze disse, à margem da Conferência Nacional de Formação Profissional, realizada semana finda, em Maputo, que a formação profissional é subsidiada por ser cara.
Com vista a melhorar a empregabilidade dos jovens, de 2015 a Março do presente ano os centros de formação proporcionaram 23 mil estágios pré-profissionais.
Este exercício permite a descoberta de talentos, segundo disse o Vice-Ministro do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Osvaldo Petersburgo.

 

 

 

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Aumentar a disponibilidade de água para a produção de alimentos é um dos resultados esperados com a implementação do Projecto de Recuperação da Seca e Resiliência Agrícola, a ser implementado nas províncias de Maputo e Gaza. LEIA MAIS

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A Associação Amigas Solidárias ofereceu um almoço, roupa diversa e material escolar a cerca de 600 crianças órfãs e vulneráveis de orfanatos da cidade de Tete, por ocasião da quinzena da criança, aberta a 1 de Junho, Dia Internacional da Criança.

A filha do Presidente da República de Moçambique, Cláudia Nyusi, presidente da agremiação, disse na ocasião que faz três anos que a associação oferece almoços às crianças desfavorecidas no dia 1 de Junho, Dia Internacional da Criança e 25 de Dezembro, por ocasião do Natal.

Afirmou que cada ano que passa a associação reafirma o seu papel na área do apoio social, interagindo com crianças de vários quadrantes do país.

O crescimento da Associação Amigas Solidárias, acrescentou, é o resultado do ensinamento obtido de crianças de diferentes locais deste país, que estão separadas fisicamente, mas têm sonhos comuns, de serem felizes, crescerem fortes e num ambiente de paz e amor.

“Ser criança é acreditar que tudo é possível, é ser feliz com tão pouco, ser capaz de fazer amigos sem saber o seu nome. Em  suma, ser criança é, na verdade, ser aquilo que nós os adultos nunca deveríamos deixar de ser’’, frisou Cláudia Nyusi na sua intervenção durante o almoço.

Para a Associação Amigas Solidárias, estar com as crianças desfavorecidas e vulneráveis é uma grande responsabilidade, sobretudo nas regiões centro e norte do país afectadas pelos ciclones Idai e Kenneth, onde é preciso encontrar soluções imediatas para a população, em particular para as crianças que ficaram sem berço e sem tecto.

Cláudia Nyusi aproveitou a ocasião para louvar os esforços empreendidos pelos governos provinciais, em particular o executivo da província de Tete, pela sua dedicação, que culminou com a minimização do impacto das inundações do rio Revúbuè nos bairros Chingodzi, Matundo, Filipe Samuel Magaia, Samora Machel e Mpáduè, deixando crianças desalojadas e despojadas dos seus bens.

“Porque este mês é da criança, estamos aqui para transmitir-vos amor, coragem e incentivar-vos a nunca abandonarem a escola, para que ainda que pequenos consigam enfrentar todos os obstáculos que a vida e a natureza nos impõe. Nós, os adultos, temos a responsabilidade de garantir a vossa protecção e o cumprimento dos vossos direitos”,  acrescentou.

No almoço, que contou com a parceria de diversas instituições e pessoas singulares, estiveram como convidadas a filha do Presidente da República da Zâmbia, a representante da filha do Presidente da Namíbia, entre outros convidados da região. Refira-se que a Associação Amigas Solidárias já organizou eventos semelhantes, nos três anos da sua existência, nas províncias de Cabo Delgado, Inhambane e Maputo.

BERNARDO CARLOS

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O SECTOR da Agricultura na província de Nampula está a incentivar os pequenos agricultores a produziremem bloco, como forma de maximizar os ganhos da mecanização agrária, uma componente crucial para o alcance das metas da campanha agrícola 2018/2019. Leia mais

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