Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O distrito de Chifunde em Tete está nos últimos anos a registar aumentos de casos de doenças não transmissíveis, como hipertensão arterial, diabetes e asma, diagnosticados nas unidades sanitárias distribuídas um pouco por todo o distrito.

Aquele distrito diagnosticou nas suas unidades sanitárias, durante o ano passado, 159 novos casos de infecção de tuberculose em todas as formas, situação que deixa as autoridades governamentais locais apreensivas devido, à evolução contínua da propagação da doença.

A directora distrital da Saúde, Mulher e Acção Social de Chifunde, Julieta Maingue, considerou, há dias, ao nosso jornal, que as doenças não transmissíveis, constituem um problema emergente de Saúde Pública, devido às mudanças de estilo de vida da população.

‘’A taxa de despiste e notificação desta categoria de doenças foi reduzida, embora houve um aumento do diagnóstico de casos de Hipertensão arterial, Diabetes e Asma’’- apontou Julieta Maingue

Outro problema de saúde pública, que ainda constitui uma preocupação das autoridades sanitárias, é o desenvolvimento de casos de tuberculose.

 ‘’Estamos, igualmente, a imprimir uma outra dinâmica. É a necessidade de consolidação na integração entre os programas de Tuberculose e Hiv-Sida’’- indicou a nossa fonte.

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A MINISTRA do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, afirma que os quatro anos de governação no sector que dirige foram marcados pela redução dos índices de corrupção que afectava as instituições do sector, a todos os níveis, e elevação dos índices e da qualidade do emprego no país. Leia mais

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Cinco pessoas morreram na tarde de hoje em consequência de um acidente de viação ocorrido numa das artérias da cidade de Tete, província do mesmo nome.

O sinistro envolveu um autocarro de transporte semi-colectivo de passageiros, que fazia o trajecto Chimoio-Tete. Na sequência, um motociclista fez um corte de prioridade, que acabou com o despiste e capotamento do autocarro.

No local, o motociclistae o motorista morreram no local e os restantes três são passageiros. Os feridos, em número não especificado, foram levados para o hospital local. (Notícias Online/RM)

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Já estão instaladas as tendas para o isolamento de doentes, em caso da eclosão da cólera, na cidade e vila de Moatize, na província de Tete.
Trata-se de uma medida preventiva, do sector da Saúde, para que o pessoal sanitário não seja apanhado de surpresa, segundo disse ontem à AIM o chefe do Departamento da Saúde Pública, Aléx Bertil.
“As medidas de prevenção incluem também a preparação dos recursos humanos e os medicamentos para atender os doentes, que, eventualmente, possam ser afectados por diarreias e cólera”, referiu.

Segundo a fonte, até ao momento, a província de Tete não registou nenhum caso de cólera. “Mas isso não nos sossega, porque estamos no período chuvoso, característico para eclosão desta epidemia”.
Bertil disse que as medidas, que estão a ser tomadas, desde Novembro do ano passado, resultam, positivamente, o que é testemunhado pela ausência do surto de cólera. “Estamos encorajados a prosseguir com as mesmas, porque não queremos que tenhamos cólera na nossa província”.
As atenções da Saúde estão viradas para cidade de Tete e vila de Moatize por serem regiões propensas à epidemia de cólera, como aconteceu no ano antepassado, uma situação que obrigou o sector a “andar às correrias,” para o atendimento dos doentes desta que é chamada doença das mãos sujas, cujo balanço situou-se em 15 mortos, de um cumulativo de milhares de casos.
“O ano passado não tivemos nenhum caso de cólera, porque as nossas medidas preventivas estão a surtir os efeitos desejados. Mas mesmo assim, não devemos cruzar os braços”, alertou o chefe do Departamento da Saúde Pública.
Explicou ainda que as medidas não só estão a ser tomadas na cidade de Tete e vila de Moatize, como também em todos os distritos da província de Tete.
Em Novembro passado, o sector da Saúde anunciou que estava em estado de alerta sobre a cólera, que eclodiu no vizinho Zimbabwe.
Sobre como vão as medidas de prevenção nos postos fronteiriços de Mucumbura, no distrito de Mágoè, e Cuchamano, em Changara, Aléx Bertil disse que “essas medidas continuam, por isso que ainda não temos cólera na nossa província. Os passageiros e outros cidadãos, que atravessam as nossas fronteiras são obrigados a lavarem as mãos com água com cloro para a sua desinfecção. O mesmo acontece com os meios de transportes, que também são desinfectados”.
Segundo a fonte, também são difundidas mensagens nos postos fronteiriços, abrangendo as comunidades locais, bem como são feitas palestras por activistas da Saúde.

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A Polícia da República de Moçambique (PRM) na província de Nampula apresentou, ontem, dois irmãos, um homem e uma mulher, indiciados do crime de homicídio do cunhado e esposo, respectivamente.
O porta-voz da PRM em Nampula, Zacarias Nacúti, disse que o caso ocorreu no domingo, durante uma briga entre o casal. No intuito de acudir, o irmão envolveu-se na briga e com recurso a um instrumento perfurante pôs fim à vida do cunhado.
“Uma cidadã, residente na zona do Waresta, bairro de Murrapaniua, arredores da cidade, com o auxílio do seu irmão, agrediu o esposo até à morte. Os dois irmãos estão sob custódia policial e seguem-se diligências para o esclarecimento deste crime”, disse o porta-voz durante o habitual encontro semanal com a imprensa.
Entretanto, os dois irmãos acusam-se, mutuamente, da autoria do homicídio, para além de apresentarem versões contraditórias às autoridades policiais.
“Eu fiquei três dias fora de casa, tinha ido assistir “muali” (cerimónia final dos ritos de iniciação para raparigas) e, no regresso, como não me despedi do meu marido, ele bateu-me, aliás como o fazia muitas vezes. O meu irmão, que estava deitado na varanda lá de casa veio acudir-me. Ele pegou numa faca que estava na bacia da loiça e esfaqueou o meu marido. Surpreendeu-me, pois pensei que queria só ameaçá-lo. Daí, corri, fui chamar a Polícia, eles trouxeram-me mesmo ontem (domingo) aqui para a esquadra. Não tenho nem notícias sobre o funeral dele”, contou a detida.
A indiciada disse à AIM ter 29 anos de idade, casada com o ora finado desde 2005 e mãe de quatro filhos.
“Eu sou inocente. Minha irmã desapareceu de casa desde sexta e quando voltou ontem (domingo) estava a brigar com o marido. Eu estava distante de casa, mas foram-me chamar para acudir. Abri a porta do quintal e vi o cunhado no chão cheio de sangue. Foi ela que o esfaqueou. Trouxeram-me aqui para a esquadra”, disse o jovem tractorista de 32 anos.
Noutras ocorrências policiais, o porta-voz da PRM em Nampula disse que no período de 11 a 17 de Janeiro foram detidos 12 indivíduos envolvidos em diversos actos criminais.

“Neste período tomamos conta de dez crimes, nove dos quais esclarecidos e foram recuperados diferentes bens roubados, como 16 motorizadas, utensílios de uso doméstico e bens alimentares”, afirmou.

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