A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve um homem de 39 anos, em Manica, indiciado de homicídio de sua cunhada, a quem a acusava de bruxaria, disse ontem à Lusa fonte policial.

“As coisas não lhe corriam bem e ele presumia que era a cunhada a mentora do caos na sua vida”, disse Mateus Mindú, porta-voz da PRM em Chimoio, capital provincial de Manica.

Ataques a parentes acusados de prática de feitiçaria são comuns em vários distritos da região, acrescentou.

O crime ocorreu na segunda-feira, na aldeia de Doiroi, distrito de Gondola, tendo sido denunciado pelo marido da vítima e irmão do detido.

O agressor-confesso consumou o homicídio na residência da cunhada, agredindo-a com uma cadeira, após várias ameaças e depois de a acusar de interferências na sua vida conjugal, disse o porta-voz da PRM.

O detido encontra-se nas celas da Polícia de Gondola a aguardar pelo prosseguimento dos trâmites legais com vista à sua responsabilização.

 

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PARTURIENTES que procuram o Centro de Saúde de Quissanga, em Cabo Delgado, são atendidas numa sala improvisada num contentor, devido à destruição, pelo ciclone Kenneth, há mais de uma semana, das instalações onde funcionava a unidade sanitária local. Leia mais

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A LIMAK, uma empresa que se dedica ao fabrico de cimento, baseada na província de Maputo, doou, ontem,  diversos produtos alimentares avaliados em 50 mil dólares para as vítimas do ciclone Idai, que fustigouazona Centro do país. Leia mais

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O Programa Mundial de Alimentação (PMA) descarta que o móbil do ataque ocorrido no último fim-de-semana à aldeia de Nacate tenha sido a ajuda humanitária que estava em distribuição à população daquela região de Cabo Delgado, após o ciclone “Kenneth”.

“Não há provas de que os agressores tenham sido motivados pela presença de assistência alimentar na aldeia de Nacate”, segundo funcionários da ONU, que posteriormente visitaram a área, disse à Lusa fonte oficial daquela organização intercontinental.

“Nada foi roubado durante o ataque”, acrescentou.

Desde Outubro de 2017, os ataques de grupos armados não identificados com origem em mesquitas já provocaram, pelo menos, 150 mortos em Cabo Delgado.

As invasões a aldeias remotas têm incluído “roubo de caprinos e outros bens, mas nunca de assistência alimentar”, sendo que o PMA “tem apoiado as pessoas deslocadas pela violência em Cabo Delgado há quase um ano”, referiu a mesma fonte.

Uma nova missão de distribuição de apoio alimentar do PMA em Cabo Delgado está em curso, na sequência da assistência aos necessitados após o ciclone “Kenneth”, que atingiu a região a 25 e 26 de Abril último.

“No domingo, assistimos perto de 10 mil pessoas, com alimentação para 30 dias, em Chai, área a norte de Nacate”, descreveu a mesma fonte do PMA.

No total, a agência das Nações Unidas já forneceu assistência alimentar a quase 50 000 pessoas, em Cabo Delgado, desde que o ciclone atingiu a província.

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A Polícia da República de Moçambique (PRM), em Nampula, está no encalço de um membro de uma quadrilha de três indivíduos que no passado dia 2 de Maio raptou e assassinou uma menor com problemas de pigmentação, no distrito de Murrupula.

O crime aconteceu durante a madrugada, numa área residencial daquele distrito, cuja vila-sede dista 72 quilómetros da cidade-capital provincial, Nampula, quando os criminosos se introduziram na residência dos avós da malograda e raptaram a menor.
Segundo o porta-voz da Polícia em Nampula, Zacarias Nacúti, citado pela AIM, dois dos integrantes deste trio foram neutralizados e estão detidos na cidade de Nampula, onde o caso corre os seus trâmites legais.
“A Polícia está no encalço do terceiro integrante da quadrilha de malfeitores e os detidos já confessaram ter raptado e estrangulado a menor e escondido o seu corpo num buraco, onde posteriormente iriam recolher os ossos para os entregar ao mandante e comprador, com residência no Malawi”, disse Nacúti, segunda-feira, no habitual briefing com a imprensa.
Explicou que a quadrilha é reincidente nestas práticas, pois está, igualmente, indiciada de ter profanado a sepultura de uma outra pessoa, também albina, em Murrupula, factos que a Polícia agora conseguiu confirmar.
“Mas, este ano, é o segundo caso desta natureza que registamos aqui em Nampula e os indiciados referem que praticaram esses actos, lamentáveis, a mando de estrangeiros, ou malawianos ou tanzanianos. O apelo da Polícia é no sentido de que os cidadãos se abstenham destes actos criminosos, sob o risco de ficarem a contas com a Justiça”.
Ainda sobre a situação criminal em Nampula, o porta-voz da PRM referiu que o tráfico e venda de drogas pesadas, como heroína, que se registavam em alguns bairros e cercanias de escolas, reduziram, drasticamente, nos últimos dois meses, pelo facto de o principal distribuidor estar detido.
“A circulação de drogas em alguns bairros referenciados reduziu nos últimos tempos, depois de a Polícia ter conseguido prender um traficante tanzaniano, conhecido nos meandros do crime como White”, disse.
“Agora, a PRM continua a trabalhar para desmantelar as quadrilhas que ainda  vendem soruma e os seus consumidores”, acrescentou.
Quanto aos sinistros rodoviários, Nacuti revelou que duas pessoas morreram no passado dia 27 de Abril, num acidente ocorrido no posto administrativo de Mutuáli, distrito de Malema, em resultado de um despiste.
Há ainda a informação de um naufrágio, ocorrido em Nacala-Porto, no passado dia 28 de Abril, que provocou a morte de uma pessoa, o desaparecimento de cinco outras e os restantes três salvaram-se.
Relativamente à operatividade policial, nos últimos sete dias a PRM deteve 36 indivíduos indiciados de diversos crimes, entre furtos e roubos em residências e estabelecimentos públicos.

 

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