A conferência internacional “Crescendo Azul” é uma resposta do Governo ao desafio lançado pelas Nações Unidas, para a necessidade de os países se unirem face a questões relacionadas com a protecção do Planeta, através do uso e gestão sustentável dos recursos naturais, incluindo o oceano.

A informação foi partilhada esta semana, em Maputo, por Narci Nuro de Premegi, secretário permanente do Ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, na abertura da reunião de capacitação de jornalistas, no âmbito deste evento a ter lugar próxima semana, na capital do país.

Na ocasião, Nuro de Premegi afirmou que o país é vulnerável aos efeitos das mudanças climáticas, erosão costeira, lixo marinho, em particular o plástico, pesca ilegal, entre outros males, que afectam, negativamente, o oceano.

“Estando num mundo globalizado, nenhuma acção isolada para reverter esta situação pode resultar plenamente. A concertação entre os Estados é a chave-mestra para o êxito nesta luta”, disse.

Referiu que Moçambique, em alinhamento com as recomendações das Nações Unidas e os compromissos assumidos, tem estado a envidar esforços para que a exploração sustentável e compartilhada do oceano seja uma realidade no país e na região.

Anoto que como país com responsabilidades acrescidas na gestão do mar e do oceano, o Governo decidiu partilhar a sua experiência com outras nações, através desta plataforma, que vai juntar cerca de 600 participantes, entre nacionais e estrangeiros, organizações internacionais e parceiros de cooperação.

“Falar da economia azul é falar de um conceito emergente no mundo. De um conceito, fundamentalmente, virado para o futuro”, declarou.

O interlocutor afirmou que, tratando-se de um fórum, que será, essencialmente, dominado pela investigação científica, tecnológica e inovação, pretende-se que estes elementos sejam aplicados no domínio da economia azul sustentável e que se tornem uma alavanca para o desenvolvimento do país. 

A conferência internacional “Crescendo Azul” irá decorrer entre os dias 23 e 24 deste mês sob o lema “Exploração sustentável e compartilhada do oceano”.

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O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC)  incinerou, ontem, cerca de 400 quilos, de droga e medicamentos desviados do Sistema Nacional de Saúde (SNS), disse fonte daquele organismo.

De acordo com  fonte do SERNIC, a acção aconteceu no distrito de Gondola, província de Manica.

Entre os produtos destruídos, inclui-se cannabis sativa, em Moçambique conhecida por soruma, e também  heroína, bem como vários tipos de medicamentos.

A droga e os fármacos incinerados foram apreendidos em acções de combate ao crime levadas a cabo pelas autoridades policiais, tendo a apreensão resultado de denúncias de populares e de acções de rotina realizadas pela polícia.

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FAZERchegar a Internet a mais pontos do país e reduzir os custos de utilização são alguns dos principais desafios com que o Governo se debate na provisão deste serviço ao cidadão.

 

 

A informação foi partilhada pela directora geral do Instituto Nacional do Governo Electrónico (INAGE), Ludmila Maguni, que falava ao “Notícias” por ocasião do Dia Mundial da Internet, que hoje se assinala.

 

 

Ludmila Maguni disse que, não obstante o facto de o Governo estar a disponibilizar Internet nas escolas e a construir praças digitais nas capitais províncias, este serviço ainda constitui um luxo para a maioria dos cidadãos. 

 

 

A interlocutora afirmou haver necessidade de se estudar mecanismos para torná-la mais barata e acessível, uma vez que vivemos numa sociedade em rápida transformação e cada vez mais dependente das tecnologias.      

 

 

A fonte chamou atenção para o facto de apesar de a Internet ser um meio de extrema importância, devido aos seus múltiplos usos, em diferentes sectores, ser necessário investir na segurança cibernética para fazer face a eventuais ataques informáticos, burlas, roubo de dados, entre outros males.  

 

 

Referiu ser também fundamental preservar a identidade das crianças no espaço digital, pois este é muitas vezes usado para divulgar pornografia infantil e conteúdos impróprios.    

 

 

O Dia Mundial da Internet, também conhecido como Dia Mundialdas Telecomunicações e da Sociedade de Informação, foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em Janeiro de 2006 e visa fazer uma reflexão sobre as potencialidades e desafios das novas tecnologias na vida dos cidadãos.  

 

 

De acordo com o siteodnet.com.br, aInternet teve origem no decurso da segunda guerra mundial, tendo como objectivo criar um canal de comunicação específico para os serviços militares norte-americanos.

 

 

O seu advento originou uma grande mudança no dia-a-dia das pessoas, na forma como comunicam entre si, procuram e recebem informação, compram bens e serviços, entre muitas outras actividades quotidianas.

 

 

Frequentemente, a Internet origina diferentes tipos de discussões públicas, que resultam do facto de muitos dos conteúdos que estão disponíveis na Internet não serem verdadeiros ou de não se encontrar, devidamente, atribuída a autoria de um determinado conteúdo, como por exemplo a utilização de imagens e de textos. A partilha de conteúdos sem autorização dos autores é outro tema que levanta polémica no espaço cibernético.  

 

 

 

 

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AS empresas e trabalhadores já podem aceder às estatísticas sobre o mercado de emprego, através de uma plataforma virtual lançada ontem em Maputo, que permite obter dados em tempo real. Leia mais

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A Direcção do Mar, Águas Interiores e Pescas, a nível da cidade e província de Maputo, está a desenvolver actividades viradas para protecção costeira, com vista a manter a estabilidade do ecossistema. Leia mais

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