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Categoria: Ciência, Tecnologia e Ambiente
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FOI assim com as últimas chuvas que caíram em vários pontos do país: Matola e Maputo vieram de novo à prova e o resultado mostrou que com um sistema de transporte funcional, a circulação nas vias que ligam as duas urbes pode ser melhor que a dos dias de hoje.

Com a chuva da quarta e quinta-feira últimas, muitos automobilistas viram-se impedidos de usar os seus veículos. A razão é que as vias de acesso nos seus locais de residência se tinham tornado completamente impraticáveis para a maioria das viaturas que apresentam baixa suspensão.

Porque não desejavam nem por nada correr risco de perder os seus carros, aliás, em muitos casos não tinham como ousar movimentá-los, muito menos experimentar a “navegação”, muitos automobilistas optaram por outros desafios.

Aquele teste só veio a confirmar a ideia de que o grande fluxo de veículos podia ser minorado com um sistema de trasnporte público sólido, ou seja, que o tráfego caótico pode deixar de existir. Digo isso porque as horas de ponta de quarta e quinta-feira foram caracterizadas por um tráfego de simplicidade espantosa. É que um percurso que nas condições actuais é feito em 45 minutos, era possível em menos de cinco minutos durante os dias em que as viaturas ficaram em casa.

À par deste fenómeno, causado pelas chuvas,  está o das vias de difícil acesso. Mas este acabava sendo assunto para gerir pois, com algum domínio da via, podia-se contornar os buracos e as crateras.

O mesmo já não acontece nos dias chuvosos em que se revela perigoso introduzir uma viatura numa poça, independentemente do estado da via pois, há daquelas cuja profundidade pode ser de grandes dimensões até capazes de deixar submersa uma viatura.

Assim, só se justificou a facilidade de circulação entre Maputo e Matola nas horas de ponta.

A venda de computadores “tablet” com sistema Android aumentou no ano passado, destronando os iPad, segundo dados divulgados esta semana pela empresa de consultoria tecnológica Gartner.

As vendas de “tablets” no ano passaram ultrapassaram os 195 milhões, um crescimento de 68 porcento face a 2012, enquanto o número de iPad vendidos cresceu nove milhões, para um total de 70,4 milhões.

A parcela de “tablets” vendidos com sistema Android foi de 61,9 por cento no ano passado, quando em 2012 tinha sido de 45,8 por cento, segundo os dados da Gartner.

“Em 2013, os 'tablets' tornaram-se o fenómeno principal, com uma vasta escolha de 'tablets' Android”, referiu, numa nota, a consultora Gartner, citado pelo jn.pt.

Segundo estes analistas, a Apple continua a dominar o mercado no segmento de topo, mas os Android de baixo custo tornaram-se apelativos para os consumidores com orçamentos apertados, em mercados emergentes.