A FACULDADE de Veterinária da Universidade Eduardo Mondlane (FAVET-UEM) lançou, recentemente, o seu primeiro programa de doutoramento em Biociências e Saúde Pública.

Com duração de três anos, o programa vai abranger áreas como Bioquímica, Biofísica, Biotecnologia, Biologia Celular, Ecologia, Ciências Alimentares, Genética, Imunologia, Microbiologia e Biologia Molecular, no ramo das Biociências. Enquanto o campo de Saúde Pública vai contemplar Saúde, Biologia, Veterinária e Agronomia. 

Discursando no lançamento da iniciativa, o Reitor da UEM, Orlando Quilambo, se referiu aos sectores das biociências e saúde pública como aquelas cuja aplicabilidade gravita em torno do aumento da produção, produtividade agrícola, melhoria dos cuidados de saúde, desenvolvimento industrial, sustentabilidade ambiental, incluindo a conservação e gestão sustentável de recursos biólogos e da biodiversidade.

Segundo Quilambo, o programa de doutoramento representa um grande desafio dadas as especificidades que a sua implementação exige. Por isso, apelou à adopção de medidas conducentes à garantia dos mais altos padrões de qualidade científica. 

Disse que este desafio será ultrapassado através de acções centradas na excelência do processo de ensino e aprendizagem, aumento da qualidade dos trabalhos de investigação científica e inovação tecnológica. 

Falando em representação da direcção da Faculdade de Veterinária, a investigadora Ana Malipa, disse que a iniciativa vai contribuir para a materialização do desiderato da instituição, que é de transformação numa universidade de investigação.

Segundo José Fafetine, director do programa, o curso vai dotar aos doutorandos  de ferramentas para concepção, planeamento e execução da investigação em Biociências e Saúde Pública, assim como o aprofundamento de conhecimentos e desenvolvimento de competências, para a preparação e publicação de artigos científicos, em revistas com revisão por pares.

O programa de doutoramento em Biociências e Saúde Pública foi concebido pelas Faculdades de Agronomia e Engenharia Florestal, Veterinária, Medicina e Ciências. Desde 2017 é leccionado na Faculdade de Medicina e desde 2018 na Faculdade de Ciências. Conta com o apoio do Mozambique Institute for Health Education and Research (MIHER), um centro de apoio à educação e pesquisa em saúde criado em 2011, da Agência Internacional de Energia Atómica e do Fundo Nacional de Investigação.

 

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