O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) alerta para a tomada de medidas de precaução e segurança, face ao risco associado a chuvas intensas acompanhadas de trovoadas severas e ventos fortes, a partir de amanhã, nas regiões centro e sul de Moçambique.

Segundo um comunicado de imprensa emitido pelo INAM, ainda é válida a previsão do fenómeno de chuvas, a partir de amanhã, que podem ultrapassar os 100 milímetros em 24 horas e ventos com rajadas que vão atingir os 70 quilómetros por hora.

Na região sul, as chuvas fortes poderão fazer-se sentir nos distritos de Homoíne, Jangamo, Morrumbene, Massinga, Funhalouro, Vilankulo, Inhassoro, Mabote e Govuro, e nas cidades de Maxixe e Inhambane, na província de Inhambane.

Por seu turno, na província de Gaza serão afectados os distritos do norte, nomeadamente, Massingir, Mapai, Mabalane, Chicualacuala, Massangena e Chigubo, enquanto na província de Maputo a chuva vai atingir entre 30 e 50 milímetros. 

Na região centro, o temporal vai fustigar os distritos de Machanga, Chibabava, Buzi, Nhamatanda, Dondo, Muanza e cidade da Beira, na província de Sofala. Em Manica serão afectados os distritos de Machaze, Mossurize, Sussundenga, Gondola, Vanduzi, Macate e distrito de Chimoio, lê-se no comunicado do INAM.

A intempérie é causada por um sistema de baixas pressões associado à passagem de um sistema frontal activo que está a originar chuvas que se registam nas regiões sul e centro do país.

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Moçambique pode receber até 50 milhões de dólares em troca da redução de emissões de dióxido de carbono provenientes da desmatação da Zambézia, de acordo com o Banco Mundial.

Moçambique e a República Democrática do Congo (RDCongo) tornaram-se nos primeiros de 19 países a assinar estes contratos de pagamento, financiados através do Fundo de Carbono do Mecanismo de Parceria para o Carbono Florestal (FCPF), gerido pelo Banco Mundial, indica a instituição num comunicado divulgado na terça-feira no seu site.

Moçambique assinou o contrato a 01 de Fevereiro, desbloqueando uma verba que pode chegar aos 50 milhões de dólares, em função dos resultados. A RDCongo, que aderiu ao programa no final do ano passado, pode receber até 55 milhões de dólares. Ambos os países têm recursos florestais significativos.

Cerca de 43% do território de Moçambique está coberto de florestas (34 milhões de hectares) que têm sido seriamente degradadas nos últimos anos.

O Programa de Gestão Integrada de Paisagem da Zambézia será a primeira instituição do país a implementar o “pagamento por resultados”, que prevê a redução de 10 milhões de toneladas de emissões de dióxido de carbono até 2024.

O acordo prevê reduzir a desmatação e a degradação de florestas, melhorando ao mesmo tempo as condições de vida das comunidades rurais em nove distritos da província da Zambézia, com oportunidades económicas associadas a uma utilização da terra mais inteligente, em termos climáticos e conservação da biodiversidade e ecossistemas.

A RDCongo, que possui a segunda maior floresta tropical do mundo, enfrentou uma perda superior a 300 mil hectares entre 2010 e 2015 e tem estado a trabalhar com o Banco Mundial e outros parceiros no desenvolvimento do Programa de Redução de Emissões Mai-Ndombe.

Neste âmbito, foram já definidos mais de 13 000 hectares de “exclusões” florestais (áreas proibidas ao pasto) e plantados cerca de 4000 hectares de acácia.

Os outros 17 países envolvidos no Fundo de Carbono FCPF deverão assinar programas semelhantes, que se prolongam até 2024, durante o próximo ano.

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