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A EXISTÊNCIA do amendoim com incidência de diversas espécies fúngicas é um indicador da necessidade de vigilância e monitoria deste produto, antes de chegar aos consumidores. Leia mais
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TRINTA bolseiros moçambicanos partiram quinta-feira última com destino à República Federal da Rússia, onde serão formados em diversos cursos do nível superior, sob expensas do Instituto de Bolsas de Estudo (IBE), instituição tutelada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional. Leia mais
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O Banco Mundial aprovou ontem uma doação da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA) no valor de 45 milhões de dólares para apoiar a segunda fase do Projecto de Áreas de Conservação para Biodiversidade e Desenvolvimento do Governo de Moçambique, conhecido sob a sigla MozBio (Fase 2).
Um comunicado enviado ontem refere que o programa MozBio 2 visa contribuir para melhorar a subsistência das comunidades locais que vivem em torno das Áreas de Conservação (AC) e apoiar a preservação da vida selvagem, biodiversidade e ecossistemas de Moçambique.
Estima-se que quase 10 mil famílias (cerca de 50 mil pessoas) possam ser beneficiadas directamente do projecto, aumentando a sua renda, a disponibilidade de emprego e fortalecendo a capacidade de cadeias de valor que dependem de recursos naturais, como turismo, agricultura de conservação, uso sustentável da vida selvagem e produtos florestais não madeireiros.
“A gestão sustentável de recursos é fundamental para reduzir a pobreza e promover a prosperidade partilhada. É por isso que temos orgulho de reafirmar o nosso compromisso com o MozBio 2. O programa é uma oportunidade para fortalecer as Áreas de Conservação de Moçambique e transformar os meios de subsistência das comunidades rurais,” disse Mark Lundell, Director do Banco Mundial para Moçambique, Madagáscar, Ilhas Maurícias, Seichelles e Comores.
O comunicado refere ainda que o MozBio 2 contribuirá para a protecção de cerca de 1 milhão de hectares entre as três AC diferentes.
Isto incluirá habitats únicos, tais como a maior zona húmida e local de Ramsar em Moçambique, na Reserva de Marromeu, uma das poucas florestas Afromontanas remanescentes em África em Chimanimani, e o centro de endemismo de África, na Reserva Especial de Maputo.
O projecto também mitigará as mudanças climáticas protegendo os habitats ricos em carbono, abordando as causas do desmatamento (como a agricultura de corte e queima) e melhorando a gestão das áreas de conservação. No total, o projecto evitará emissões equivalentes a 11 milhões de toneladas de CO2 ao longo de um período de 20 anos.
“O MozBio 2 centra-se na melhoria dos meios de subsistência das comunidades rurais como uma estratégia para reduzir a pressão sobre as áreas protegidas e os seus recursos naturais. Esta operação faz parte de um programa maior e integrado de gestão da paisagem e baseia-se nas suas instituições e conhecimento, incluindo o sistema de matching grants (subsídios) para promover negócios sustentáveis,” disse André Aquino, especialista sénior em gestão de recursos naturais do Banco Mundial.
O capital natural substancial de Moçambique inclui 36 milhões de hectares de terra arável e 32 milhões de hectares de florestas naturais (principalmente florestas secas de miombo, mas também grandes áreas de mangal).
Sua costa de 2700 km, a quarta mais longa da África, abriga alguns dos recifes de corais mais espectaculares do mundo. Apesar desta rica biodiversidade, as taxas de pobreza são extremamente altas em toda a população que vive dentro e ao redor das AC e Moçambique é um dos países mais pobres do mundo.
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O VICE-ministro da Saúde, João Leopoldo da Costa, aconselhou os futuros enfermeiros em formação no Instituto de Ciências em Saúde de Maputo (ICSM) a pautar por princípios básicos de humanização, de modo a devolverem o prestígio, que no passado caracterizou a profissão. Leia mais
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Sob o lema “50 anos formando profissionais com qualidade para a melhoria dos cuidados de saúde humanizados”, o Instituto de Ciências de Saúde de Maputo realiza hoje, em Maputo, a IV Edição das Jornadas Científicas.
Segundo um comunicado a que o Notícias Online teve acesso, o evento, que vai durar dois dias, visa abordar os principais desafios da formação em saúde no país e discutir temas e estudos a ser apresentados nas diversas sessões em agenda.
A cerimónia de abertura será orientada pelo vice-ministro da Saúde, João Leopoldo da Costa.
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