DestaqueEconomiaNacional CFM na logística do gás Por Jornal Notícias Há 2 meses Criado por Jornal Notícias Há 2 meses 1,K Visualizações Compartilhar 0FacebookTwitterPinterestEmail 1,K A EMPRESA Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) vai participar nas operações marítimas de exploração da cadeia de valor da produção, logística e comercialização dos recursos provenientes do gás natural. Para o efeito, foi oficializada, sábado, em Nacala-Porto, província de Nampula, a CFM Logistics, uma unidade socioeconómica que tem em vista responder às exigências das empresas petrolíferas, através da sua participação na cadeia de valor dos recursos energéticos. A cerimónia de oficialização das operações marítimas, como parte da estratégia de maximização das infra-estruturas marítimas e portuárias, foi dirigida pelo Presidente da República, Filipe Nyusi. Os serviços da empresa CFM Logistics estarão acomodados no Porto de Nacala, e deverão permitir maior participação e envolvimento na indústria de petróleos e gás, através da logística e manuseamento portuário. A aquisição de embarcações, rebocadores e outro equipamento a ser usado nas operações custou mais de vinte milhões de dólares norte-americanos. O Presidente da República disse, na ocasião, que os CFM anteciparam as actividades, no contexto da contratação de empresas especializadas no fornecimento de bens e serviços. Nyusi destacou que a participação da empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique nas operações marítimas de exploração da cadeia de valor da produção, logística e comercialização dos recursos provenientes do gás natural é dos moçambicanos, porquanto haverá mais oportunidades de emprego. Fez saber que o Porto de Nacala é extensivo ao sector privado, daí a importância do envolvimento de pequenas e médias empresas na exploração de oportunidades para o armazenamento e transporte dos recursos provenientes do gás natural. Por outro lado, a inclusão do sector familiar poderá, igualmente, legitimar as comunidades locais e dinamizar a criação de postos de trabalho para os jovens, alguns dos quais constituíram as suas empresas e pretendem participar na capitalização dos recursos marítimos. O Chefe do Estado afirmou que as obras de reabilitação e modernização do Porto de Nacala estão a impactar o mercado dos países do “hinterland”, tanto é que alguns operadores já transportam grafite via terrestre. Disse que a indústria extractiva não pode ser usada para promover intrigas e divisionismo entre os moçambicanos, pois há espaço suficiente para cada um investir e melhorar as condições de vida. Por seu turno, o presidente do Conselho de Administração da empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, Agostinho Langa Júnior, indicou que foram identificados os serviços de logística e manuseamento portuário como oportunidade para a expansão e construção de infra-estruturas que atendem a demanda de logística. De acordo com o gestor, o negócio da indústria de petróleos e gás representa um estímulo à cooperação e fomento do desenvolvimento. Você pode gostar também Abatido elefante que criava pânico em Massingir Descargas nos Libombos Orçamento do Estado vai a voto no parlamento Nampula prevê comercializar cinco milhões de toneladas CFM na logística do gás Compartilhar 0 FacebookTwitterPinterestEmail Artigo anterior Isaura Nyusi “honoris causa” em acção humanitária Próxima artigo Raptores usam familiares para branquear capitais Artigos que também podes gostar Cimentos de Moçambique anuncia investimento de 60 milhões de dólares no Dondo Há 23 minutos Reformas para melhorar transparência orçamental Há 2 horas DEFENDE COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS: Liberdade de imprensa crucial para o jornalismo Há 3 horas UEM debate psicologia e educação de infância Há 3 horas Há boas condições para produzir biodiesel Há 3 horas Morreu Dilon Ndindji Há 4 horas