Organizações da sociedade civil, parceiras do Governo, procuram maximizar os esforços na prestação da assistência às crianças vulneráveis, apesar dos cortes financeiros impostos pelos doadores.
A título de exemplo, a Save The Children deverá actuar este ano com um orçamento de cerca de 31 milhões de dólares contra uma previsão de 50 milhões, facto que, segundo a directora Nacional, Illaria Manunza, implica implementação de acções inovadoras com vista a garantir eficácia e eficiência nas actividades do organismo,com os recursos existentes.
“Temos que racionalizar os recursos e apostar em trabalhos mais conjuntos”, disse esta quinta-feira, Manunza, à margem do lançamento da estratégia da Save the Children para o triénio 2025/27.



