O artista plástico, Eugénio Saranga, apresenta uma exposição individual a inaugurar, amanhã, na Fundação Fernando Leite Couto, intitulada “Os que julgam sem voz – ensaio sobre a ferida da caça furtiva”.
A exposição apresenta uma faceta de Saranga, virada para as questões contemporâneas, da vida selvagem ao próprio comportamento humano ligado à natureza.
Saranga pertence à geração de artistas que se posiciona num momento de reafirmação de arte plástica moçambicana e procura ir além do que se exige ao artista, viver o seu tempo e denunciar o que subverte a natureza e tudo que nela habita.
Nas obras de desenho com recurso a tinta-da-china e caneta gel sobre papel, as imagens são associadas ao mundo selvagem ao mesmo tempo que espiritual.




