MEMBROS de apoio das Comissões Distritais de Eleições (CDE) e do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) exigem o pagamento do subsídio de supervisão e décimo terceiro salário do ano de 2023.
Trata-se dos vice-presidentes das CDE, vogais, directores, técnicos e auxiliares do STAE à escala nacional.
Falando ontem, em conferência de imprensa, em Maputo, Stélio Indaxata, porta-voz do grupo, disse que, em 2023, ficaram a dever-lhes o décimo terceiro salário e até hoje não foi pago. “Agora estamos a três meses sem subsídio de supervisão”, lamenta.
Afirma que o não pagamento dos subsídios e o bónus do 13.º salário não é por falta de verbas, sustentando ter havido orçamento para o arranque do processo eleitoral.
“Agora por que há problema de pagamento se houve orçamento para o trabalho arrancar?”, questionam. Segundo eles, os órgãos eleitorais poderão pagar de forma individual os valores em dívida nas suas contas.


