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A presidente do Conselho Constitucional, Lúcia Ribeiro, explicou, esta quinta-feira, que a demora na validação dos resultados eleitorais no país deve-se ao quadro legal vigente.
“Em Moçambique primeiro esgota-se contencioso e depois avança-se com a validação”, referiu, explicando que em países em que o processo é célere “há votação, validação dos resultados e corre-se o contencioso”.
Ribeiro reafirmou que há actas e editais sem carimbo, assinatura e outras em branco, o que exige maior rigor na sua apreciação. Trata-se de actas e editais das províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Zambézia, Tete, Nampula e cidade de Maputo.


