Mulheres na linha da frente na luta contra Covid-19

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Natália Miranda

A MULHER na cidade da Beira quer assumir a liderança nas campanhas de sensibilização das comunidades para conter a propagação do novo coronavírus. O desejo ocorre numa altura em que o número de casos positivos continua alto e preocupante, havendo necessidade de intensificar a luta para contrariar o cenário.

A classe feminina aponta que o trabalho de consciencializar a população não deve ser feito apenas por profissionais credenciados para o efeito, mas também por qualquer grupo social.

A participação de mulheres na sensibilização das comunidades deve-se também ao facto de constituírem um grupo em que facilmente se pode ser acreditar, ou seja, a mensagem deste grupo social tem peso, podendo contribuir para travar os índices cada vez mais elevados de propagação da doença.

Mulheres entrevistadas a propósito pela nossa Reportagem defendem que a sensibilização deve partir de casa, onde as líderes femininas começam por consciencializar os filhos, os parceiros, ou qualquer outro parente com quem vivam, fazendo-lhes perceber que se não cumprirem as medidas impostas pelas autoridades sanitárias estarão a prejudicar a todos.

Edna Pedro, por exemplo, defendeu ser importante que as mulheres assumam o papel de liderança nesta actividade de sensibilização pelo facto de elas serem a célula base da sociedade, guardiãs, pessoas sensíveis e de fácil acreditação.

“A pandemia colocou-nos numa situação de muitas incertezas”, indicou.

Edna Pedro referiu que esta actividade pode ser concretizada se todas as mulheres estiverem unidas e juntarem-se a outros grupos, nas suas comunidades, para iniciar as campanhas de sensibilização, a prioridade de momento.

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