Défice de profissionais afecta qualidade de cuidados de saúde

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A cidade de Maputo conta com um défice de 262 profissionais de saúde, situação que compromete a prestação de cuidados de saúde primários à população, sobretudo no contexto da pandemia da Covid-19.

Segundo a directora de Saúde do Conselho Municipal da capital do país, Bélia Chirinda, há 925 profissionais de saúde, nas 30 unidades sanitárias sob gestão da autarquia, para pouco mais de um milhão de pessoas.

“A disponibilidade de mais médicos e enfermeiros nas unidades sanitárias facilitaria o diagnóstico e tratamento atempado dos pacientes”, contou.

A dirigente apontou que a Covid-19, que obriga a observância do distanciamento físico entre as pessoas, tem limitado a execução de algumas actividades de sensibilização na comunidade.

Neste contexto, as autoridades abriram 20 postos comunitários de Saúde, em igual número de bairros, nos distritos KaMaxaqueni, KaMavota, KaMabukwane e Nhlamankulu para o diagnóstico e atendimento de pacientes com sintomas da Covid-19.

“Gostaríamos de ter mais postos, de modo a cobrir os 63 bairros do município, pois percebemos que as pessoas aproximam-se para sanar as suas dúvidas sobre saúde”, referiu, acrescentando que a expectactiva das autoridades é de introduzir outros serviços nestes postos, como análise de glicémia, diabetes, entre outras enfermidades.

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