UEM responde às prioridades do país

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A UNIVERSIDADE Eduardo Mondlane(UEM) está a responder aos grandes desafios do país, contribuindo, de forma significativa, no desenvolvimento em áreas prioritárias eleitas pelo Governo.

Quem assim o diz é o reitor desta que é a mais antiga universidade do país, Orlando Quilambo, numa entrevista concedida ao “Notícias”, apropósito do contributo da investigação realizada por esta instituição de ensino superior.

Quilambo aponta como marcos importantes da intervenção da instituição que dirige o trabalho desenvolvido no ramo da agricultura, no contexto da mosca da fruta e da lagarta do funil do milho, duas pragas que colocam em causa o sector agrário não só em Moçambique como também noutros países da região.

“Penso que nós temos vindo a ser uma universidade que responde aos grandes desafios deste país. Na área da tecnologia de alimentos,também temos investigação ligada à nutrição não só de pessoas mas também animal”, exemplifica Orlando Quilambo.

A participação da UEM vai igualmente para as áreas de ciências marinhas e costeira, com realizações tanto em Maputo como em Quelimane,onde tem uma escola. Também há acções na área médica,com contribuição principalmente na saúde pública, na qual os seus docentes têm sido envolvidos.

Um dos aspectos defendidos pela UEM é tornar a instituição numa universidade de investigação. Para alcançar este objectivo, o passo tem sido a aposta em parcerias internas e externas, e os resultados são, em muitos casos, visíveis.

Já na componente da qualidade, o reitor fala eminvestimentos que permitiram elevar o nível do corpo docente,que era predominantemente de licenciados no passado, para os níveis de mestrado e doutoramento.

Presentemente, 50 por cento dosdocentes que leccionam na UEM têm o nível de doutoramento, 30 por cento são mestres, existindo uma pequena percentagem de licenciados.

A ideia é que, nos anos 2030,a instituiçãotenhadocentes predominantemente doutorados,com perspectiva de admitir, na medida do possível, a partir do nível de mestrado.

Mais detalhes desta entrevista na página2 da presente edição.

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