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Sexta-feira, 20 - Maio, 2022

Águas dos esgotos “inundam” ruas da capital

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Águas de esgoto não dão tréguas aos munícipes que temem pela sua saúde. Depois de algum tempo sem queixas, os residentes dos bairros Central e Malhangalene, particularmente, voltam a estar preocupados. Os esgotos estão a rebentar, mas ninguém resolve a situação.

O problema, que denuncia a inoperacionalidade do sistema de escoamento das águas negras, tarda a ser solucionado por quem de direito, facto que preocupa os residentes e transeuntes de avenidas como Paulo Samuel Kankhomba, Amílcar Cabral, Guerra Popular, Marien N’Gouabi, Emília Daússe e Milagre Mabote. 

Não é para menos. Invariavelmente, os transeuntes têm de andar aos saltos, correndo o risco de caírem numa possa de águas negras, ou contaminarem as suas residências por terem pisado a água. 

Por outro lado, as águas negras aceleram a degradação do asfalto já cansado e a reclamar de intervenção. Na esquina entre as avenidas Paulo Samuel Kankhomba e Amílcar Cabral, junto ao Lar dos Estudantes da Universidade Eduardo Mondlane e da Universidade Politécnica, a sarjeta não está devidamente sinalizada, o que aumenta o risco de acidentes de viação. 

Em quase todas as avenidas da cidade há sarjetas destapadas, entupidas ou com águas a transbordar. É preciso que o município melhore o saneamento, pois esta situação é desconfortável. Este é um grito de socorro que clama por resposta urgente como ilustra a imagem do nosso colega Urgel Matula.

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