Aumenta capacidade de enchimento de gás

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O PAÍS acaba de aumentar a sua capacidade de enchimento de gás de cozinha, tendo passado de 27.000 para 33.754 botijas por dia, representando um incremento de cerca de 25 por cento.

O aumento resulta do recente investimento de 12 milhões de dólares da empresa Galp, no seu parque de enchimento de GPL e armazém de lubrificantes, localizado no distrito da Matola, província de Maputo.

A nova unidade fará com que a falta do gás de cozinha que amiúde se regista nos principais postos de venda deste produto nas cidades de Maputo e Matola passe para a história, indo dessa forma ao encontro da procura crescente do recurso, um pouco por todo o país.

A infra-estrutura sofreu uma profunda reabilitação e na sequência, a empresa duplicou a capacidade de enchimento do produto, saindo dos seis mil para 12 mil garrafas por dia, o que representa um salto na disponibilização do gás de cozinha ao mercado.

O Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, João Machatine, que procedeu ontem, na Matola, à inauguração do empreendimento, disse que o investimento desta unidade se enquadra na prioridade do Governo de massificar o uso do gás de cozinha no país, através do aumento da capacidade de produção e de armazenamento.

Com este investimento, o país passa a contar com um pouco mais de um milhão de garrafas por mês, que terá impacto em vários domínios, com destaque para as famílias que passarão a planificar melhor a sua actividade económica.

A inauguração da infra-estrutura representa uma demonstração de que o Executivo está empenhado na busca de melhores condições para a atracção do investimento estrangeiro.

Por seu turno, o Presidente do Conselho de Administração da Galp, Paulo Varela, afirmou que, com a nova unidade de enchimento a funcionar em pleno, a capacidade de disponibilizar garrafas para o mercado vai duplicar.

“A cadeia de abastecimento do gás doméstico é, desta forma, significativamente reforçada, garantindo maior robustez na disponibilidade permanente deste produto, aumentando os níveis de confiança dos consumidores na sua utilização”, disse.

Paulo Varela garantiu que estas infra-estruturas logísticas vão criar as condições de base para que a empresa possa, a partir de Moçambique, dinamizar a sua presença nos países vizinhos, não só no Eswatini, onde a Galp é líder do mercado, mas também na África do Sul, Zimbabwe, Zâmbia, entre outros.

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