OS jovens advogados foram desafiados a contribuírem para a solução das adversidades que o país enfrenta, assumindo o protagonismo como agentes de mudança e investindo na inovação como forma de assegurar que a justiça permaneça firme, de olhos vendados e com a balança onde se pesa o bem e o mal.
O repto foi lançado na cidade de Tete, pelo Bastonário da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM), Carlos Martins, na abertura da “Primeira Conferência Nacional da Jovem Advocacia e Mulher Advogada”, evento de três dias que se propõe debater diversos temas relacionados com o exercício da profissão.
Enfatizou que a juventude e a mulher advogada têm responsabilidades indeclináveis na transformação de Moçambique, defendendo que o país pode e deve oferecer oportunidades únicas e para todos, sendo necessário que esta classe saia do nível de espectador de bancada, vestir a toga e seguir lutando.


