Complexo de Chókwè volta a processar arroz

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O COMPLEXO Agro-Industrial do Chókwè (CAIC), na província de Gaza, retomou ontem o processamento do arroz, após uma paralisação que durou cerca de seis anos.

Para viabilizar o reinício da actividade do complexo, foi feito um investimento de 600 milhões de meticais no Regadio do Chókwè (HICEP), o que permitiu o incremento, nesta campanha, de perto de 20 mil toneladas de arroz.

O Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, que dirigiu a cerimónia oficial da reinauguração do CAIC, disse que o mesmo já tem pouco mais de mil toneladas de arroz para o processamento em “stock” nos seus armazéns.

“Quando falamos da política de resultados, referimo-nos a projectos como este, que se vão somando ao longo do país. Com esta reactivação completa-se a cadeia de valor impulsionada pelo Programa de Intensificação de Produção de Arroz suportada pelo SUSTENTA”, explicou. 

Em relação à produção, o governante perspectiva, ainda na presente época, um terço da capacidade máxima de 30 mil toneladas/ano, devendo esta ser atingida nas próximas duas campanhas campanhas.

“Os primeiros sacos de arroz que vão sair daqui servirão para as nossas Forças de Defesa e Segurança. Os nossos jovens que estão no teatro de operações, quer na região norte, quer no centro do país, vão ver reforçadas as suas energias com este produto nacional”, frisou.

Na ocasião, o ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural fez a entrega das primeiras quatro ceifeiras para a colheita de arroz, de um total de seis que já se encontram em território nacional.

Segundo ele, estas máquinas surgem como corolário das visitas de monitoria que têm estado a efectuar à Hidráulica do Chókwè-EP (HICEP), em que numa delas os produtores reclamaram a  falta de ceifeiras.

“Pediram-nos que chegassem (as máquinas) a tempo para a campanha agrícola 21|22 e aqui estão. O Governo de Moçambique cumpre hoje mais uma promessa neste regadio, através do SUSTENTA”, disse Correia.

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