“Criar na Era da Inteligência Artificial: Ética, Autoria e Formação crítica” é o titulo de um wokshop a decorrer esta tarde no Instituto Guimarães Rosa (Centro Cultural Moçambique-Brasil).
O evento, a ser orientado por Nivaldo Vasconcelos, propõe uma reflexão crítica e prática sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) na criação artística e seus impactos no campo da educação, partindo da experiência do proponente como artista e criador que transita entre literatura, imagem e audiovisual. O encontro abordará a IA não apenas como ferramenta tecnológica, mas como fenómeno cultural que transforma noções de autoria, originalidade e processo criativo.
O workshop discutirá os principais desafios éticos envolvidos na arte gerada por IA — incluindo direitos autorais, uso de bases de dados sem consentimento, invisibilidade do trabalho humano e dependência de grandes corporações tecnológicas — ao mesmo tempo em que analisará suas potencialidades pedagógicas, como ampliação de repertório, democratização de acesso a ferramentas criativas e estímulo à experimentação interdisciplinar.
Nivaldo Vasconcelos é artista em múltiplas linguagens, nascido em Maceió (Brasil). Escritor, director de cinema, fotógrafo e designer. Transita entre cinema, literatura, teatro e artes visuais.
Discute-se em Maputo uso da Inteligência Artificial na criação artística
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