O presidente do Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD), Zeca Chaúque, reiterou hoje que a regulamentação da lei deve ser participativa e integrar as contribuições dos cidadãos com deficiência.
Segundo Chaúque, a conferência pretende definir prioridades para a reforma legal e reforçar serviços públicos inclusivos, destacando a importância de dados fiáveis no próximo Censo Geral para orientar políticas e orçamentos.
O presidente do FAMOD defendeu ainda que educação, emprego e acessibilidade devem ser planificados com base em direitos humanos, garantindo que as políticas públicas respondam às necessidades da população.
Foto: C. Macassa


