Nove arguidos do caso das chamadas dívidas não declaradas recolheram ontem à cadeia, por ordem do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, subindo para dezanove o número de indivíduos presos no âmbito deste processo.

Dos vinte envolvidos, apenas um continua em liberdade provisória, depois de ter pago uma caução no valor de um milhão de meticais.

Ontem, a juíza da causa ordenou a detenção imediata de Manuel Renato Matusse, Conselheiro do antigo Presidente da República; Sidónio Sitoe, Crimildo Manjate, Mbanda Buque Henning, Khessaujee Pulchand, Simione Mahumane, Naimo Quimbine, Márcia Caifaz Namburete e Zulficar Ahmad.

Este grupo vai se juntar na cadeia a outro composto por Teófilo Nhangumele, Bruno Tandane, Cipriano Mutota, Armando Ndambi Guebuza, Gregório Leão, António Carlos do Rosário, Ângela Buque Leão, Maria Inês Moiane Dove, Fabião Mabunda e Sérgio Namburete, detidos em Fevereiro último. Elias Moiane, detido na mesma altura, foi restituído à liberdade mediante pagamento de caução.

A detenção dos arguidos aconteceu depois de notificados do despacho de pronúncia proferido pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, que acolheu favoravelmente a acusação definitiva proferida há dias pelo Ministério Público.

No processo, que corre sob o registo 130/11/2019/PGR, os 20 co-arguidos são acusados dos crimes de associação para delinquir, chantagem, corrupção passiva, peculato, abuso de cargo ou função, violação de regras de gestão, falsificação de documentos, uso de documentos falsos, posse de armas proibidas e branqueamento de capitais, com as modificações decorrentes da prova recolhida.

As dívidas não declaradas foram contraídas pelas empresas PROÍNDICUS, EMATUM e MAM, com garantias do Estado.

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