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Categoria: Destaque
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O ABASTECIMENTOde água à região metropolitana de Maputo a partir da Barragem de Corumana só poderá iniciar emAbril próximo, com a conclusão dos trabalhos de reparação da conduta adutora danificada na ponte sobre o rio Incomáti.

O sistema, que estava em fase de ensaios após inauguração em finais de 2019, ficou comprometido devido à destruição de parte da conduta que liga a barragem ao  Centro Distribuidor da Machava.

Segundo o director-geral do Fundo de Investimento e Património de Abastecimento de Água (FIPAG), Victor Tauacale, o empreiteiro já foi mobilizado para a reposição das componentes destruídas.

“Tivemos infelicidade numa altura em que já estávamos a fazer ensaios. Registámos uma queda na ponte sobre o rio Incomáti; foi contactado o empreiteiro e estão a ser feitas as componentes a serem instaladas na infra-estrutura”, explica Tauacale.

Garantiu que tudo está ser feito para que até finais de Março próximo sejam concluídas as obras de reparação da conduta adutora e o sistema esteja operativo no início de Abril.

De Corumana chegarão, numa primeira fase, 60 mil metros cúbicos de água por dia e será possível abastecer mais 650 mil ligações até 2025, número que vai atingir 989 mil em 2035.

O projecto global inclui a construção de centros distribuidores em Matlemele e Matola-Gare, na Matola, Guava, em Marracuene, bem como redes de distribuição a partir destes pontos.

Refira-se que o Grande Maputo está desde o fim-de-semana com restrições no fornecimento de água geradas pela queda de uma secção da ponte metálica sobre o rio Umbelúzi, no Bairro Campoane, infra-estrutura que suportava as condutas.

O abastecimento a partir de Corumana tem sido visto como alternativa, quer para a redução dos níveis de enchimento da albufeira dos Pequenos Libombos, quer para responder a problemas gerados por danificação da conduta, como no caso vertente.