PHC

Director: Lázaro Manhiça

OS Conselhos Comunitários de Pesca da Praia-Nova, Njalane e Régulo Luís, na cidade da Beira, pedem a redução do tempo de veda, argumentando que a sua produção é essencialmente de subsistência e não comercial.

Falando num encontro com o Vice-ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Henriques Bongece, os operadores artesanais representados por estes Conselhos Comunitários (CCP) defenderam, com vigor, que o tempo de veda deve ser revisto,porque os que praticam a pesca industrial e semi-insdustrial levam mais tempo no mar comparativamente aos de pequena escala.

Oliveira Mandje, presidente da CCP da Praia-Nova, sugeriuque o tempo de veda inicie no primeiro dia de Janeiro e se estenda,no máximo,até 1 de Abril.

"Para os artesanais,o período (de veda) élongo. Sustentamos nossasfamíliascom esta actividade. Pedimos a diminuição do tempo,porque não temos outra maneira de sobreviver que não sejaatravés da pesca", argumentou.

António Máximo, presidente do Conselho Comunitário de Njalane, defendeua mesma opinião,acrescentandoque a forma de captura de peixe entre os pescadores artesanais e industriais e semi-industriais é diferente.

"Nós ficamos no mar cerca de duas a três horas e os industriais quase todo o dia e pescam no alto mar. Por isso, pedimos a revisão do tempo” para os pescadores artesanais, afirmou, sublinhando que durante o tempo de veda ficam semcondições para sustentarem suas famílias.

Por seu turno, o presidente do CCP do Régulo Luís, Mário Paulo, considerou que o período de veda anterior favorecia os pescadores de pequena escala, ao contrário do actual.

"Reconhecemos que o Governo tem a missão de preservar os recursos, contudo deve haver um meio-termo para que todos saiam a ganhar", opinou. Leia mais

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UMA grande afluência marcou ontem na cidade da Beira, o arranque da administração da segunda dose da vacina contra a Covid-19 para pessoas de grupos considerados prioritários.

Numa ronda que “Notícias” efectuou por vários postos constatou que a adesão era grande o que viria a ser confirmado pela directora dos Serviços Distritais de Saúde, Mulher e Acção Social, Neusa Joel, que manifestou a satisfação do sector perante ofacto.

De acordo com a nossa fonte, a meta era imunizar 250 pessoas no primeiro dia o que tudo indica que foi alcançado até ao encerramento dos postos. Leia mais

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A captura de cães vadios que pululam pelas artérias da cidade da Beira está condicionada devido ao facto de a viatura-gaiola importada para o efeito ainda não ter chegado à urbe.

De acordo com o vereador para a área de Gestão Urbana e Equipamentos no Conselho Municipal da Beira, Manuel Joaquim, o atraso deve-se às dificuldades enfrentadas pelos fornecedores do veículo em face das restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

“O incumprimento dos acordos entre o fornecedor e o Conselho Municipal está adjacente à pandemia por a economia estar interligada tendo em conta que o fornecimento de alguns bens e serviços não depende exclusivamente do país”, explicou.

Entretanto, o nosso entrevistado assegurou que a empresa vai fornecer a viatura no próximo mês a tempo de retomar uma actividade que deveria começar em Abril passado, o que vai implicar um intenso trabalho de compensação do tempo perdido.

Assim, a partir de Julho está programada a captura de 1200 animais nos diferentes bairros da urbe, uma acção que se enquadra no âmbito das estratégias de controlo e eliminação de cães vadios.

Segundo o vereador, a proliferação de cães vadios preocupa sobremaneira tanto a população, que tem sido a principal vítima, como a autarquia, visto que representam um perigo quando andam à solta nas ruas.  

Aos proprietários, o vereador recomendou que evitem criar cães quando não tiverem possibilidades de controlá-los, pois correm o risco de provocar problemas na sociedade, principalmente quando morderem algum cidadão sem que estejam vacinados, o que pode resultar na sua morte.  

Entretanto, Manuel Joaquim revelou que apenas dois por cento dos animais capturados pela vereação de Gestão Urbana são reclamados pelos respectivos donos. Os restantes têm sido abatidos.

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DIVERSO material médico e equipamento hospitalar foi entreguequarta-feira (16), na cidade da Beira, ao sector da Saúde pelo Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP).  

Avaliada em quase sete milhões de meticais, a material inclui aparelhos de medição de tensão arterial, estetoscópios, mesas de anestesia, ortoscópios, kits de partos e de nebulizadores, estigmamómetros, concentradores, laringocóspios, baldes, aspiradores, secretárias, mesas, cacifos e cadeiras.

A iniciativa contou igualmente com a participação da Agência Chinesa de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional,tendo em vista suprir o impacto devastador das mudanças climáticas e ciclones que, nos últimos tempos, tornaram-se cíclicos particularmente naquela urbe.

A doação foi entregue pela representante das Nações Unidas em Moçambique, Andrea Wojnar, ao Governador da província de Sofala, Lourenço Bulha.

Na ocasião, Andrea Wojnar explicou que a oferta destina-se a contribuir para melhorar a qualidade na prestação de serviços às mulheres grávidas e conforto dos profissionais do sector de saúde.

Por seu turno, o governador Lourenço Bulha considerou que a oferta vai aumentar significativamente a capacidade instalada no atendimento dos pacientes nas unidades sanitárias e ajustar as respectivas necessidades.

Sustentou ainda que a problemática de saúde sexual e reprodutiva constitui a principal causa de morte e incapacidade das mulheres no mundo em desenvolvimento, particularmente no país, caracterizando tal ajuda de bem-vinda.

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PESCADORES artesanais da costa marítima da cidade da Beira estão a registar prejuízos resultantes do intenso frio que se verifica na presente época fria.

De acordo com o coordenador do Centro Comunitário de Pesca (CCP) da zona da Praia Nova, Manuel Machava, perante a situaçãoos tradicionais operadores daquela faixa costeira estão a emigrar para locais mais distantes, concretamente, para as águas marítimas dos distritos de Marromeu, Muanza, Búzi e Machanga.

O Conselho Comunitário da Pesca de Praia Nova, que cobre uma extensão de de aproximadaente 20 quilómetros, conta actualmente com 628 pescadores, contra os cerca de 2000 do ano passado.

Machava recordou que os meses de Maio e Junho são considerados como de pico da produção, mas neste ano as capturas estão a ser insignificantes.

Diariamente, fazem-se ao mar 420 artes através de 286 embarcações entre chatas e lanchas, além de84 de fibra e canoas de tipo-Moma.

Exemplificou que, neste momento, cada embarcação consegue em média 60 quilogramas de peixe de terceira qualidade, contra a anterior produção de 1.800.

O caso mais grave, sustentou, acontece na captura do camarão de superfície, sendo que cada barco dificilmente consegue um quilograma, quando antes podia ter até 100 quilogramas.

Segundo Machava, as pequenas quantidades de peixe e mariscos comercializados são provenientes das águas marítimas de outras zonas como Marromeu, Muanza, Búzi e Machanga.

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