Director: Lázaro Manhiça

UM indivíduo, identificado pelo nome de António Ngwenha, encontra-se detido depois de confessar ter mantido relações sexuais com uma menor, desde Novembro de 2018.

Ngwenha, 37 anos, foi apresentado ontem, na cidade de Maputo, pelo Serviço de Investigação Criminal (SERNIC), numa conferência de imprensa, durante a qual revelouque mantinha relações de “amizade” com a mãe da menor.

Questionado se manteve relações sexuais à força com a menor, agora com 12 anos, Ngwenha disse “violei”, afirmando ter perdido conta do número de vezes que molestou a menor, sua vizinha.

“Não sei (quantas vezes). Eu tinha amizade com a mãe (da menor)”, afirmou.

O porta-voz do SERNIC, Leonardo Simbine, disse que as autoridades receberam uma denúncia da mãe da menor, e que todos os indícios recolhidos durante a perícia apontam Ngwenha como o autor material do crime.

“Estamos a falar de dados do médico legista, assim como dedados recolhidos ao longo da investigação que indicam este cidadão como o autor material desta acção criminosa”, disse.
O porta-voz explica que a mãe da vítima decidiu denunciar o caso depois de aperceber de algumas deformações físico-psicológicas na sua filha, incluindo nos órgãos genitais.

OSERNIC, aoa nível da cidade de Maputo deteve quatro indivíduos que se dedicavam ao roubo de viaturas.

Os suspeitos integram uma grupo compostopor mais cinco pessoas, ora foragidas, que foram surpreendidos na posse de uma viatura furtada na capital.

No local, os agentes do SERNIC confiscaram vários instrumentos que eram utilizados pelos suspeitos para o furto de viaturas.

“Falamos diversas chaves de ignição, placas de chassi,s que eram recortadas de viaturas roubadas e supostamente usadas para estampar em outrastambém furtadas”, disse. (Notícias/AIM)

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AS seis famílias que perderam todos seus bens no incêndio ocorrido, quinta-feira (21), no quarteirão 24 do bairro Militar, na cidade de Maputo pedem apoio para se reerguer.

O “Notícias” voltou ao local dos factos, ontem e conversou com algumas vítimas. Estas contam que dormiram nas residências queainda exalavam fumo, em meio a água utilizada para apagar as chamas.

“Mandei as crianças à casa da minha irmã e eu arranjei algumas caixas para servirem de cama. Desde que ocorreu o incêndio não tomei sequer uma refeição, pois perdemos até a comida e loiça. Pedimos pelo menos algo para comer e vestir”, disse Maria Nhabanga, responsável por três menores. 

António Carlos, também vítima, teve de enviar os quatro filhos menores à casa de parentes para continuar com a limpeza na sua residência.

Visivelmente abalado, Carlos, que perdeu o tecto,aguarda por apoio, com vista a se reorganizar nomeio do caos.

Em contacto com o “Notícias”, a chefe do quarteirão, Nina Macave, disse que as estruturas do bairro e do distrito municipal já sabem do incidente, pelo que poderão entrar em acção a qualquer momento.

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DOIS indivíduos, de 29 e 67 anos de idade, respectivamente, estão detidos, desde ontem, na 9ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Tsalala, município da Matola, indiciados de roubo e venda ilegal de combustível.

A detenção, queculminou na apreensão de 12 bidons de 20 litros,com diesel,e outros quatro já esvaziados,ocorreu na casa de um deles, no bairro N’Kobe,mercê de denúncias.

Um dos detidos nega o seu envolvimento no crime, enquanto o outro confessa ter extraviado o combustível, tendo comercializado 80 litros do produto a 3600 meticais, o que lhe rendeu um lucro de 2000 meticais.

A porta-voz da PRM na província de Maputo, Carmínia Leite, informou que seguem investigações para apurar a origem do gasóleo.

Apelou aos cidadãos a manterem-se vigilantes e continuar a colaborar com as autoridades, denunciando casos criminais. 

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PELO menos 30 pessoas, a maioria das quais crianças em idade escolar, estão desalojadas, desde ontem, na sequência de um incêndio que consumiu os apetrechos de seis residências no quarteirão 24, no bairro militar, na cidade de Maputo. O fogo terá sido provocado por um curto-circuito no poste de transporte de energia eléctrica, que atingiu, inicialmente, uma residência e se propagou para outras cinco, devido a proximidade entre elas. Alguns residentes tentaram, sem sucesso, debelar as chamas com recurso a baldes de água, extintor de incêndios e removeram as botijas de gás de cozinha para evitar explosões, mas o fogo arrastou-se rapidamente, consumido vários bens. “Recebi uma chamada da vizinhança a dar conta do incêndio. Chamei os bombeiros que mobilizaram três camiões de água, mas o esforço não foi suficiente, pelo que perdemos tudo”, referiu, António Carlos, vítima e chefe de uma família constituída por seis membros. Fernando Beni, outro afectado, contou que o seu tecto desabou, de tal forma que não sabe onde se abrigar com a família, caso chova. A chefe do quarteirão, Nina Macave, indicou que será feita uma lista das vítimas para se buscar apoio junto das estruturas do bairro. O “Notícias” soube que a empresa Electricidade de Moçambique (EDM) esteve no local e removeu alguns cabos eléctricos, para evitar mais danos, e o bairro ficou sem corrente eléctrica. Comments

OITO elefantes invadiram machambas e destruiram várias culturas nos distritos de Magude e outros em número não especificado devastaram em Matutuine, provocando susto e preocupação aos habitantes daqueles postos da província de Maputo

“Estamos em alerta vermelho em dois distritos. Felizmente ainda não temos o registo de vítimas humanas, apenas a devastação de culturas e, naturalmente, o sentimento de insegurança nas populações”, disse o fiscal superior da Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC), Jorge Fernando.

Segundo a fonte, os elefantes têm estado a invadir, desde segunda-feira (18), machambas  de algumas localidades dos distritos de Magude e Matutuine, um problema frequente naquelas regiões.

Oito elefantes foram avistados no distrito de Magude, enquanto no distrito de Matutuine, ainda não há dados sobre o número específico de animais, denunciou quarta-feira (20)a situação à ANAC.

Nestes distritos, a ANAC já distribuiu kits para a população poder afugentar os elefantes, “enquanto as equipas de mitigação estão a caminho”, referiu.

De acordo com os últimos dados da ANAC, Moçambique tem uma população estimada de 10.800 elefantes, um número que tem permanecido estável desde 2014, apesar das ameaças à espécie.- (LUSA)

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