PHC

Director: Lázaro Manhiça

DOIS indivíduos encontram-se detidos no comando da Polícia da República de Moçambique (PRM), na cidade de Maputo, indiciados de falsificação de bilhetes de identidade(BI), cartas de condução, livretes entre outros.

Segundo o porta-voz da PRMno Comando da Cidade, Leonel Muchina, os indiciados foram detidos no bairro do Albazine, tendo sido apreendido o equipamento que era usado na falsificação, designadamente, quatro computadores de mesa, uma impressora e uma fotocopiadora.

EM ACTUALIZAÇÃO

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OS funcionários públicos e agentes do Estado foram desafiados a melhorar a prestação de serviços ao cidadão, contribuindo, para o combate à corrupção, mau atendimento, nepotismo, absentismo de modo a renovar a confiança dos utentes.

O desafio foi lançado hoje(23)pelo Secretário do Estado da cidade de Maputo, Vicente Joaquim, nas celebrações do Dia Internacional da Função Pública, que este ano se assinala sob o lema “Construindo a África que Almejamos através da adopção de uma Cultura Ética que Apoie uma Liderança orientada por objectivos”.

Vicente Joaquim explicou que o lema escolhido demonstra que os funcionários e agentes do Estado devem continuar a empenhar-se nos objectivos do serviço público, imprimir dinâmicas e mudanças necessárias e adequadas à servidão centrada no cidadão e isenta de todo e qualquer acto nocivo e lesivo à nação.

“É com adopção de uma cultura ética que apoie uma liderança orientada por objectivos que o funcionário público se isenta de práticas lesivas ao Estado, nomeadamente, corrupção, desleixo, inércia, preguiça, burocracia, nepotismo, o vem amanhã, molha o dedo, entre outros males”, sublinhou.

Vicente Joaquim avançou que o serviço de representação do Estado na cidade de Maputo tem levado a cabo várias acções, como o estudo frequente dos instrumentos jurídico-normativos e directrizes de conduta ética na função pública, visando dotar os funcionários de ferramentas que os levem a combater os males que lesam o cidadão e a nação.

O Secretário doEstado encorajouos funcionários e agentes do Estado amanteremo bom funcionamento da máquina administrativa pública com zelo, transparência, excelência, profissionalismo e humanismo.

“É neste quadro que nós repudiamos e condenamos todo comportamento que desvirtua objectivo central da administração pública que é de prestar serviços de qualidade ao cidadão com base em pessoas honestas, competentes e trabalhadoras”, disse.

Na sua mensagem, os funcionários públicos afirmaram estar cientes do esforço que o Governo está a empreender para melhorar as suas condições de trabalho. Por isso, tudo farão para continuar a melhorar o desempenho no atendimento aos utentes.

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O TRIBUNAL Judicial da cidade de Maputo legalizou hoje (23) a prisão dos cinco indivíduos, detidos pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), indiciados no sequestro de um empresário indiano, de 31 anos.

Os detidos são três moçambicanos, dois dos quais ligadas ao SERNIC e um membro da Polícia de Protecção afecto ao comando da província de Maputo, e dois indianos, supostamente mandantes do crime.

A vítima foi raptada no seu local de trabalho, no dia 14, e conduzida a uma residência, no bairro das Mahotas, cidade de Maputo, usada como cativeiro, onde permaneceu até ser resgatada pelas autoridades no dia 17.  

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AS medidas de prevenção da Covid-19 nos transportes públicos de passageirosna cidade de Maputo não estão a ser cumpridas, colocando em causa o combate à doença e a saúde pública.

Utentes da Cooperativa dos Transportadores do Corredor I (COOTRACI), que liga o Zimpeto à baixa da cidade e ao Museu, foram unânimes em afirmar que já não se faz a desinfecção regular dos autocarros por viagem e nem o cumprimento da lotação.

Genoveva Bila, passageira, disse que no princípio da pandemia a instituição tinha toda atenção de proceder à desinfecção dos carros a cada viagem. Aliás, nos terminais havia montado, inclusive, pontos de lavagem das mãos ou de desinfecção de todos os passageiros.

“Actualmente isso não se verifica. Até há situações de passageiros que entram sem máscaras e a tripulação nada faz. A situação é triste e pode contribuir para o recrudescimento dos números de casos positivos”, disse.

Julião João, igualmente passageiro, reside no Bairro Santa Isabel, no distrito de Marracuene, e diz que nos últimos dias nota-se um total incumprimento das medidas de prevenção no terminal do Zimpeto.

“As tripulação já não consegue fazer cumprir as medidas de prevenção da doençae que em muitos casos estes não conseguem desinfectar os seus carros e excedem a lotação. Dito doutra forma, os carros não enchem para as tripulações”, disse Julião João.

Roberto Nguila é também passageiro frequente na linha da COOTRACI. Residente do Bairro do Zimpeto, e corroborou com Genoveva Bila, ao afirmar que a atenção das tripulações ou cooperativasreduziu drasticamente nos últimos dias.

António Tsucana, presidente da COOTRACI, disse que as medidas continuam a ser cumpridas, mas pode haver uma relativa redução ou relaxamento por parte das tripulações.

“Nós sabemos que a desinfecção dos autocarros, por exemplo, continua a ser feita, pode não ser com a mesma proporção. Vamos procurar saber o que está a acontecer no terreno”, frisou.

Quanto à lotação, Tsucana explicou que é um problema conjetural resultante da falta de transporte na cidade. Precisou que as pessoas ficam muito tempo à espera de um meio de transporte e quando o autocarro chega todos querem entrar e não interessa se está ou não cheio.

“Grande parte dos nossos autocarros foram adquiridos em 2016 e estão em constantes avarias. Assim, diariamente o número dos carros que se fazem à estrada vai reduzindo e isso propicia a falta de transporte”, precisou.

Tsucana disse que é interesse da sua instituição contribuir na prevenção da Covid-19, porque essa doença não escolhe. Resumiu afirmando que a superlotação dos autocarros é um problema de incapacidade e não de sabotagem.

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A CONSTRUÇÃO do encontro entre as estradas Circular de Maputo e a Nacional número Quatro (EN4), nobairro Tchumene, na Matola, continua em curso, mas desconhece-se a data do fim, repetidamente ultrapassados os prazos de entregaprometidos.

Trata-se de uma frente que já devia ter sido concluída  juntamente com os outros troços da “Circular”, mas a construção arrancou tarde devido a acertos técnicos entre oGoverno e a Trans African Concessions, concessionáriada EN4.

Mesmo assim, já devia ter sido concluída, segundo os calendários estipulados, desconhecendo-se as razões da demora, o que é a agudizado pelo silêncio da entidade pública gestoradaEstrada Circular de Maputo, a Rede Viária de Moçambique (REVIMO).

Atanásio José, residente no bairro do Zimpeto, que usa a “Circular” para se deslocar ao serviço em Mahlampswene, afirma-se impaciente para ver terminada a estrada pois os labirintos que enfrentapara chegar à EN4 são penosos.

A impaciência é partilhada por Rosa Chissano, que usa a viapara fazer compras no Mercado Grossista do Zimpeto. “Quando chove é uma desgraça. Os ‘chapas’ passam por ruelas que não ajudam. Como nem sempre devemos fechar os vidros, inalamos muita poeira mesmo com máscaras”, lamentou, sentenciando que “já deviam ter terminado há muito tempo essa obra”.

Nas últimas semanas, o “Notícias” foi contactando a REVIMO para apurar o ponto de situação da obra. Aempresa promete prestar declarações em conferência de imprensa,sem, entretanto, especificar quando.

A nossa Reportagem pretendia saber e informar o público que trabalhos ainda faltam e para quando a abertura do “encontro” à circulação.

De facto, enquanto se constrói, os cidadãos transitam pelo Tchumene através de ruelas esburacadas que ficam lamacentas quando chove.Não raras vezes, as viaturas ficam atoladas na lama.

Há alguns anos que o Nó de Tchumene está em obras, mas os trabalhos foram enfrentando constrangimentos de diversa ordem. Após o entendimento coma TRAC, por exemplo, as obras pararam em 2019 aparentemente por défice de materiais. Em Fevereiro do ano passado voltaram a ser suspensas devido à eclosão da Covid-19 e falta de fundos.

A construção foi, finalmente, reatada em Outubro do ano passado, mas pela constatação, o ritmo de execução é considerado lento pelos automobilistas, que consideram vergonhosa a demora.

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