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Director: Lázaro Manhiça

UM grupo de cerca de dez assaltantes estáa semear terror nos últimos dias aos residentes da zona de Mutava-Rex, no populoso bairro de Namicopo, arredores da cidade de Nampula, que tem estado a conhecer altos índices de criminalidade ante uma aparente incapacidade operativa da Polícia.

Nas suas incursões, osmalfeitores arrombam as portas das residências à calada da noite, munidos de catanas e outras armas brancas, ameaçam e violentam as suas vítimas e posteriormente subtraem bens.

O secretário da zona de Mutava Rex, Cipriano Paulino, indicou que a falta de um posto policial naquela área residencial pode estar por detrás do crescimento da onda de roubos em residências e assaltos a cidadãos indefesos em plena via pública. Leia mais

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A INSPECÇÃO Nacional das Actividades Económicas (INAE), o Conselho Municipal da Cidade de Nampula e o sector de pecuária iniciaram semana passada a segunda fase da campanha conjunta de combate à venda de carne bovina, caprina e suína, incluindo peixe e marisco, em condições inadequadas nos mercados da urbe, sobretudo informais, pondo em risco a saúde pública.

O delegado provincial da INAE em Nampula, Hélio Rareque, explicou que a campanha não só consiste na sensibilização dos comerciantes a observarem as condições mínimas de higiene, na conservação e venda de carne, como também no acompanhamento do processo de abate, transporte e comercialização.

“Tratando-se de uma situação preocupante e que acontece há bastante tempo, daí que decidimos fazer um trabalho envolvendo outras instituições, incluindo o próprio Município, porque entendemos que não se pode pôr em risco a vida dos consumidores de forma contínua”, disse Rareque.

O responsável acredita que com o envolvimento de outros sectores na implementação da campanha o cenário possa vir a mudar para melhor, requerendo para isso muito empenho.

A primeira fase da campanha realizou-se em Maio e porque não terá surtido os efeitos desejados desencadeou-se esta segunda, num trabalho que se pretende permanente, tendo em conta a persistência da venda, sobretudo de carne, em condições que põem em causa a saúde pública.

Aliás, o Departamento de Pecuária na Direcção Provincial de Agricultura e Segurança Alimentar assegura que nunca deixou de estar atento àvenda de carne em condições degradantes nos mercados informais na cidade, contudo o negócio continua a ser desenvolvido.

Os vendedores de carne reconhecem as condições inadequadas em que desenvolvem o seu negócio, não só por estarem ao ar livre, mas também pelo facto de os produtos e o local de venda não reunirem condições higiénicas, porém culpam ao Conselho Municipal, que alegadamente continua a não criar locais apropriados para exercerem a sua actividade. 

De referir que na maior parte dos locais de venda não se sabe onde a carne foi abatida e como ela é conservada e transportada até chegar ao comprador, para além de ficar exposta em locais próximos da imundície, o que concorre para a contaminação do produto.

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A CIDADE de Nampula registou nos últimos anos um crescimento assinalável da sua população, acompanhado pelo aumento considerável do número de viaturas que circulam na urbe sem que espaçospara estacionamento fossemacautelados. A disputa de espaço para estacionar faz assim parte de um dos maiores dilemas dos munícipes.

Uma parte considerável das instituições pública e privadas, locais de hospedagem como hotéisresidenciais e pensões, armazéns e supermercados, que, por um lado, empregam muitas pessoas e, por outro, recebem muitos utentes, não tem parques de estacionamento e o recurso tem sidoa via pública.

A par disso, a cidade passou a ter problemas de tráfego e de estacionamento, com maior incidência na zona central, onde se tem gerado dificuldades aos automobilistas, não só dos transportes públicos (os mais indisciplinados), como para os que vivem nas redondezas da cidade, mas trabalham no centro e se deslocam com meios de transporte próprios.

Com a crescente falta de espaços, existe por parte dos visados uma obrigação de se deslocarem o mais cedo possível ao local de trabalho para assegurarem espaço de estacionamento para as suas viaturas, pois, pelo contrário, o carro fica bem distantee a mercê de marginais. Leia mais

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A ASSEMBLEIA Municipal de Nampula aprovou, por unanimidade e por aclamação, a autonomização e elevação do Bairro de Muahivire à categoria de posto administrativo urbano, num acto guindado pelas bancadas da Renamo, Frelimo e Movimento Democrático de Moçambique (MDM).

A elevação do Bairro de Muahivire a posto administrativo urbano, segundo fundamentação, surge para descongestionar os serviços prestados na sede do posto administrativo de Muhala, que congrega o bairro do mesmo nome e ainda os bairros de Namutequelíua e Muahivire.

Do trabalho de levantamento feito pela equipa deste projecto junto das autoridades comunitárias do Bairro de Muahivire ficou-se a saber que dento do mesmo raio existem outros dois bairros, nomeadamente Namiteca e 22 de Agosto, que compreendem as respectivas unidades comunais.

O vereador do pelouro de Urbanização e Gestão de Terras no Conselho Municipal da Cidade de Nampula, Alves Correia, que apresentou o projecto de transformação do Bairro de Muahivire em posto administrativo, explicou que a ideia remonta dos anteriores mandatos dos órgãos municipais da cidade de Nampula.

Conforme disse, e de acordo com os dados definitivos do Censo de 2017, realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o Bairro de Muahivire conheceu um crescimento populacional assinalável, agora estimado em cerca de 68 mil habitantes.

“O Bairro de Muahivire situa-se a uma distância muito longa da sede do posto administrativo de Muhala”, disse.

É que, segundo Alves Correia, enquanto os bairros de Namutequelíua e Muhala partilham uma distância relativamente menor à sede do posto, o mesmo não acontece em relação a Muahivire, que deve percorrer, transversalmente, todo o bairro de Muhala e mais a distância de Namutequelíua para aceder ao posto administrativo.

Com a autonomização e elevação do Bairro de Muahivire à categoria de posto administrativo, o distrito de Nampula passará a contar com sete postos administrativos, onde vive uma população de pouco mais de 740 mil habitantes.

Entretanto, a bancada da Frelimo recomendou à edilidade a efectuar a requalificação das actuais infra-estruturas da Direcção Social de Muahivire, edifício onde vai funcionar o posto administrativo, o que passa por, na sua reabilitação, ampliar e alocar equipamentos e meios de trabalho para oferecer serviços de qualidade aos utentes.

A bancada do Movimento Democrático de Moçambique disse estar satisfeita com a autonomização e elevação de Muahivire à categoria de posto, mas recomendou para o necessário cumprimento e materialização dos planos.

Caso tal não se concretize o MDM acredita que, sem serviços de qualidade, aquela infra-estrutura jamais será posto administrativo.

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UM homem, de 40 anos, foi, esta segunda-feira (14), condenado pelo Tribunal Judicial de Nampula a uma pena de 19 anos e seis meses de prisão por violação  sexualdedois menores de 8 e 10 anos.

Nordino Tacamalafoi ainda sentenciado ao pagamento de 40 mil meticais às famílias dos dois menores.

Segundo escreve o jornal “Ikweli Online”, editado em Nampula, o colectivo de juízes da VI secção do Tribunal Judicial deu como provado a autoria moral e material do crime, no processo com o número 25/2021.
De acordo com o tribunal, os factos deram-se em 29 de Dezembro de 2020, no bairro de Muahivire, zona urbana da cidade de Nampula, quando o Tacamala violou os dois menores, que na altura brincavam numa moageira abandonada. Após os actos, deu às crianças 50 meticais para garantir o seu silêncio.
A juíza da causa, Cristina Miguel, anotou que “o arguido em momento algum mostrou sinais de arrependimento, tendo agido com manifesto desprezo em relação a idade das suas vítimas”.
Por sua vez, o Ministério Público mostrou-se satisfeito com a condenação, pois, a mesma, esteve dentro das expectativas.
O procurador Cristóvão Mulieca deixou evidente que aquele órgão tem-se desdobrado na acusação contra casos desta natureza, exigindo aplicação da pena máxima de forma a desencorajar tais práticas.
“O Ministério Público está preocupado com os dois menores e, por isso, há acompanhamento psicossocial aos mesmos”, afirmou.(AIM)

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