ALGUMAS das cerca de 3600 famílias que vivem na unidade comunal 1.º de Maio, no bairro deMuhala-Expansão, viram esta semana as suas casas demolidas devido ao conflito de terra que as opõe a parentesde um líder tradicionaljá falecido e supostamente proprietário da área. Segundo dados apurados pela nossa Reportagem, a disputa do espaço remonta a2012, altura em que a área era uma mata e lixeira denominada “Crispim”. Porque a situação de abandono propiciava a prática de actos criminais, os moradores circunvizinhos decidiram, em 2014,limpar o terreno e construir casas. Leia mais

