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As famílias que perderam as suas residências, na sequência do deslizamento da lixeira de Hulene, ocorrido a 17 de Fevereiro último, nos arredores da capital do país, queixam-se da morosidade no processo de seu reassentamento e da falta de comunicação por parte do Conselho Municipal de Maputo (CMCM) em relação ao assunto.
O desagrado foi manifestado semana passada, em Maputo, durante um encontro organizado pela Livaningo, uma organização moçambicana que luta pelos direitos das comunidades, que juntou na mesma mesa as vítimas e o Conselho Municipal de Maputo.
O deslizamento de parte da lixeira de Hulene afectou um total de 215 famílias que recebem do município um valor para o arrendamento das residências que actualmente ocupam, enquanto aguardam pela construção de novas casas nos bairros onde serão reassentadas.
As vítimas manifestaram a sua satisfação pelo facto de o município estar a cumprir com o compromisso de desembolsar no período acordado o valor para o pagamento das suas rendas de casa.
“Disso não podemos reclamar. Recebemos sempre o valor para as rendas”, disse António Hilário, citado pela AIM.
Contudo, lamenta o facto de o município não disponibilizar informação sobre o progresso do programa do seu reassentamento.
“Não sabemos quando isso vai acontecer. Não temos informação alguma. Não sabemos em que ponto de situação estamos”, disse.
António Dias Paulo Matias, outra vítima, diz que “queremos ter as nossas próprias casas. Não é fácil viver numa casa que não é sua. Nessa casa não posso criar nada, não posso fazer nada. Não posso fazer uma pequena machamba, como fazia na minha casa e essa machambinha (horta) ajudava-me”.
Enquanto isso, o director de Salubridade da cidade de Maputo, João Mucavele, disse que depois do lançamento do concurso as casas deverão ser concluídas num período de um ano.
“O município está aqui e deixa a promessa de reforçar a comunicação. O município não pode avançar com datas de conclusão do processo de reassentamento das famílias, pois trata-se de uma actividade que envolve outras instituições”.
A Livaningo pretendia com o encontro reunir as partes envolvidas no processo, incluindo as vítimas e entidades governamentais.
O deslizamento da lixeira matou 17 pessoas e feriu outras cinco. O incidente foi provocado por chuva intensa e, como resultado, o lixo acumulado no local acabou desabando sobre as residências que haviam sido erguidas na base do entulho de lixo.
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Um Incêndio de grandes proporções reduziu a cinzas o equipamento de uma parte da área operacional da TOPACK, Indústria de Plásticos, S.A, na madrugada desta segunda-feira, no bairro do Chamanculo, na cidade de Maputo.
Fontes da empresa disseram à nossa Reportagem que ainda são desconhecidas as reais causas do incidente, que também fez desabar a estrutura de cobertura e algumas paredes das instalações da empresa.
Segundo a direcção da empresa, o fogo atingiu, concretamente, a área de produção de bidões de 5 e 20 litros, regadores e sacos plásticos, que foi totalmente consumida pelas chamas, desde a manhã de hoje.
Sem avançar as causas que provocaram o infortúnio, Manuel Vara, director-geral da empresa, disse que foi possível controlar as chamas com recursos internos e também com actuação da equipa do Serviço Nacional de Salvação Pública (SENSAP).
Após os moradores terem escutado explosões no interior do estabelecimento, por volta das 03.00 horas de madrugada, aproximaram-se do local para perceber as suas causas e a proveniência das chamas.
“Vimos que as chamas já tinham se alastrado para as casas vizinhas e tratamos de retirar alguns bens, mas não fomos a tempo, houve muitos danos materiais nas famílias circunvizinhas”, explicou Eunício Lucas, acrescentando que foram contabilizadas cerca de 20 famílias atingidas.


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DUAS pessoas morreram, no fim-de-semana, devido ao agravamento do seu estado de saúde, no Serviço de Urgência do Hospital Central de Maputo (HCM).
Mara Ribeiro, chefe da equipa médica no HCM, disse esta manhã que durante fim-de-semana a Urgência de HCM registou um total de 977 pacientes que procuravam serviços médicos.
Informou que deste número, os dois morrera, que chegaram àquela unidade sanitária em estado crítico de saúde.
Segundo ela, dos 977 utentes que deram entrada na urgência, 710 compadeciam de doenças gerais, 267 por traumas, dos quais 50 em resultado de acidentes de viação dentre graves e ligeiros, 77 por queda e 26 vítimas de agressões físicas.
No mesmo período, HCM registou ainda quatro casos de mordeduras animais e 94 vítimas de acidentes diversos.
Dos 977 enfermos, 882 tiveram alta e noventa e cinco continuavam até a manhã de hoje a receberem cuidados médicos.
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