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Tecnologias

UM estudo feito na Universidade do Limpopo, África do Sul, anula a possibilidade de a bílis de crocodilo ser a causa da intoxicação do “phombe”, bebida de fermentação caseira que em Janeiro último vitimou 75 pessoas em Chitima, província de Tete.

De acordo com a Agência de Informação de Moçambique (AIM) esta pesquisa, dirigida pelo farmacologista clínico da Universidade do Limpopo, Norman Nyazema, é tornada pública quando ainda estão a decorrer análises laboratoriais substanciais visando confirmar ou desmentir as hipóteses de uma presumível intoxicação daquela bebida.

Aliás, há ainda amostras sob análises laboratoriais em países como África do Sul, Estados Unidos, Portugal e Suécia.

Além de aumentar a ansiedade da população, a tragédia de Chitima, como ficou conhecido o caso, abriu espaço para uma diversidade de especulações, avançando-se entre elas a possibilidade de ter sido a bílis de crocodilo que terá sido colocada no “phombe”.

Mas os estudos da Universidade do Limpopo desmentem essa teoria, porquanto o conteúdo em questão não passa de um veneno mítico entre as comunidades nativas.

Segundo o farmacologista clínico, Norman Nyazema, a bílis de crocodilo não é uma substância tóxica e contém, por sinal, os mesmos ácidos biliares semelhantes aos que usam os seres humanos para a digestão.

Na óptica de Nyazema, o veneno que causou a morte das pessoas que consumiram a bebida naquela tarde pode, isso sim, ser uma erva regional que continha glicosídeos cardíacos. Essas drogas que ocorrem naturalmente, como a digoxina, usadas terapeuticamente para controlar a insuficiência cardíaca congestiva, mas potencialmente letais em várias doses e mais elevadas.

O cientista que descobriu a verdade sobre a bílis de crocodilo sustenta ainda a hipótese de o veneno usado ter sido um dos vários e baratos existentes, a nível local, como é o caso dos organofosfatos usados para o controlo de pragas na agricultura.

A fonte disse, por outro lado, que as amostras do “phombe” recolhidas pelas autoridades visando efectuar as análises têm fortes probabilidades de conter uma maior concentração do veneno, mas o sangue das vítimas também deve mostrar o “agente” que atacou a família de enzimas chamadas de inibidores irreversíveis de colinesterases.

O desafio analítico agora, volvidas três semanas após a tragédia, é que os organofosfatos podem sofrer uma hidrólise se decompor em outros componentes, assim como ligar-se a outras proteínas tanto na bebida, bem como nos fluidos biológicos.

A detecção de tais produtos constitui, segundo Nyazema, um desafio, mas não é impossível mercê do acesso à cromatografia e às técnicas especializadas de espectrometria de massa.

A capacidade técnica laboratorial dos serviços nacionais de saúde pública não está equipada de meios para este nível de detalhe. Mais ainda, a identidade dos laboratórios no exterior, aonde foram enviadas as amostras também não foi revelada, porém há uma enorme expectativa sobre os resultados nas próximas semanas.

Após a tragédia, que na fatídica e funesta tarde do dia 9 até 12 Janeiro passado, provocou a morte de 75 das 177 pessoas que procuraram os cuidados médicos em consequência do consumo do “phombe”, quando regressavam de um funeral familiar. São várias as especulações levantadas em vários circuitos sobre o que terá causado o problema.

Entre as vítimas, está Olívia Olocane, mulher de elevada reputação a nível daquele vilarejo pelas óptimas qualidades na fermentação da bebida, mas que a sua morte tornou muito mais complicada a identificação do presumível autor da intoxicação. (RM)

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