Director: Júlio Manjate

O PSG, Manchester City e Bayern de Munique podem carimbar o passaporte para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões Europeus caso vençam os seus encontros logo à noite inseridos na primeira jornada da segunda volta da fase de grupos.

O PSG recebe o Club Brugge para o Grupo “A”, Bayern de Munique terá a visita do Olympiacos para o Grupo “B”, enquanto o Manchester Citydesloca-se ao terreno do Atalanta para o Grupo “C”.

Os franceses comandam o Grupo “A” com nove pontos, mais cinco que os merengues, enquanto o Brugge tem dois e Galatasaray apenas um. No Grupo “B”, o Bayern de Munique vai à frente com nove pontos, o Tottenham tem quatro, o Crvena soma três e o Olympiacos um. O Grupo “C” é liderado pelo Manchester City com nove. Dínamo de Zagreb e Shakhtar têm quatro e Atalanta está na cauda com zero. No Grupo “D”, a Juventus e o Atlético de Madrid vão à frente com sete pontos, Lokomotiv soma três e Leverkusen tem zero.

JOGOS PARA HOJE

Lokomotiv-Juventus

Real Madrid-Galatasaray

Bayern-Olympiacos

Leverkusen-Atl. Madrid

Dínamo Zagreb-Shakhtar

Crvena Zvezda.Tottenham

Atalanta-Manchester City

PSG-Clube Brugge

RESULTADOS

Grupo H

Chelsea-Ajax (4-4)

Valência-Lille (4-1)

Grupo F

Dortmund-Inter Milão (3-2)

Barcelona-Slavia Praga (0-0)

Grupo G

Leipzig-Zenit (2-0)

Lyon-Benfica (3-1)

Grupo E

Liverpool-Genk (2-1)

Nápoles-Salzburg (1-1)

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Doze anos depois, a África do Sul conquistou o título de campeão mundial de rugby ao vencer,na final, disputada em Yokoama, a Inglaterra pela marca de 32-12.

Os “springbkoks” foram superiores nos planos físico e táctico, conseguiram desconstruir habilmente o jogo dos seus adversários ingleses e vencer a final de Yokoama, no Japão, por 32-12.

Os sul-africanos já tinham sido campeões do mundo, respectivamente,em 1995 e 2007.Em 2007, os “springboks”venceram na final em França, precisamente a Inglaterra,por 15-6.

Siya Kolisi, capitão dos Springboks, falando após o triunfo disse: “Nós levámos o troféu para a África do Sul. Estamos muito felizes.Estou orgulhoso pela África do Sul”.

A décima e próxima edição do “Mundial”de Rugby decorrerá em França em 2023.

Presidente Nyusi felicita pela conquista

O Presidente da República, Filipe Nyusi, enviou ontem uma mensagem de felicitação ao seu homólogo sul-africano, Cyril Ramaphosa, pela terceira conquista do Campeonato Mundial de Rugby, pela equipa daquele país, que decorreu em Yokohama, Japão.

Na mensagem, o Chefe do Estado afirma que “foi com enorme satisfação que tomamos conhecimento que a equipa conhecida por “Springboks”, saiu vitoriosa no jogo da final diante da poderosa equipa inglesa, sagrando-se campeã mundial pela terceira vez.

A nota aponta ainda que, ao vencer um campeonato mundial de Rugby bastante competitivo, os “Springboks” mostraram que o trabalho árduo e de equipa, a determinação, fé, paixão pela modalidade e o patriotismo compensaram.

“Hoje o desporto e o Rugby, em particular, despontam como a cola capaz de unificar uma Nação e uma Região perante os desafios e serve de exemplo do que a unidade e a liderança forte podem alcançar”, refere.

Em nome do Povo, do Governo da República de Moçambique e no meu próprio, gostaria de apresentar as nossas mais sinceras felicitações. Nós em Moçambique associamo-nos a Vós, em júbilo por esta assinalável conquista e a composição da equipa que reflecte a nação arco-íris que é a África do Sul é verdadeiramente inspiradora e constitui uma lição de inclusão que todos aspiramos nas nossas sociedades. Bem-haja “Springboks”! Parabéns África do Sul!, lê-se na mensagem.

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A União Desportiva do Songo foi ontem, em Joanesburgo, eliminada da Taça CAF pelo Bidvest Wits, após derrota humilhante, por claros 0-6, em jogo da segunda “mão” do “play-off” de acesso à fase de grupos da competição.

O Songo sai desta eliminatória com um agregado desfavorável de 1-8, isto após desaire, por 1-2, no Estádio Nacional do Zimpeto, uma semana antes no embate da primeira “mão”.

Ontem os erros defensivos é que ditaram o desaire. Dois golos sofridos na primeira parte, ambos na sequência de penaltes evitáveis cujos lances emergem de perdas infantis de bolas, e quatro tentos sofridos na segunda metade com Guirrugo, Bhéu e sobretudo Amorim a serem os maus da fita.

Aliás, na noite de ontem o Songo só apareceu na primeira metade, na segunda andou perdido em campo, pelo que o adversário até podia ter feito mais.

Nota negativa também para o técnico Nacir Armando que não soube gerir as operações. A equipa precisava de reforçar o caudal ofensivo, mas preferiu manter um avançado (Telinho) em todo o jogo quando as opções não faltavam. Após esta eliminação, a UD Songo resta lutar pelo Moçambola e pela Taça de Moçambique.

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O Ferroviário de Maputo está apurado para a ronda de elite do acesso a “Afro League” em basquetebol sénior masculina que terá lugar de 26 de Novembro a 1 de Dezembro, em princípio, em Kigali, capital do Ruanda.

No jogo decisivo, realizado na tarde de sábado, no Wembley Stadium, em Joanesburgo, os campeões nacionais derrotaram a Universidade da Zâmbia (UNZA Pacers), por 84-69, isolando-se no comando do torneio regional que decorreu na África do Sul.

Os zambianos acompanham o Ferroviário como a segunda qualificada para a próxima janela.

A equipa de Milagre Macome saiu ao intervalo a vencer, por 41-35, números que aumentaram no terceiro período onde marcou vinte e cinco pontos, ou seja, 66- 47.

O representante moçambicano que contou com o calor humano dos cidadãos nacionais residentes em Joanesburgo, fixou o resultado final em 84-69.

Entretanto, domingo, no encerramento da competição, os “locomotivas”da capital fecharam com a chave de ouro a sua participação na África do Sul, vencendo os anfitriões, os Jozi Nuggets, por 87-70.

Com estes números e invencibilidade, o Ferroviário terminou a prova com 10 pontos na classificação final, contra nove dos zambianos, segundos classificados, que na quinta e  última jornada venceram os Lions Club da Namíbia, por 70 - 66.

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A UNIÃO Desportiva do Songo perdeu na tarde de ontem na recepção ao Bidvest Wits por 1-2, em jogo da primeira “mão” do “play-off” de acesso à fase de grupos da Taça da Confederação (CAF), comprometendo seriamente a passagem para a etapa seguinte, que deverá ser decidida no domingo em Joanesburgo.

O calor intenso que se fazia sentir na tarde de ontem em Maputo condicionou sobremaneira o jogo, sobretudo na primeira metade, com os instantes iniciais a serem jogados a passo num Estádio Nacional do Zimpeto com pouco público (mas ruidoso). O sul-africanos preferiram fazer o estudo do adversário com a posse de bola controlada, aproveitando-se de alguma passividade da UD Songo nos primeiros 15 minutos, para se instalarem no meio-campo adversário. Aliás, para este jogo Nacir Armando trouxe um “onze” um pouco diferente do habitual, menos ofensivo e bastante permeável. Preferiu jogar com um ponta-de-lança (Telinho), deixando Mário, que tem sido o seu companheiro de ataque, no banco. Com isso, o experiente técnico dos “hidroeléctricos” queriam dar maior consistência ao meio-campo, onde tinha dois trincos (Candinho e Amadou) e três médios com características ofensivas, nomeadamente John, Banda e, claro, o capitão Luís Miquissone. Em face destas alterações e uma disposição táctica pouco habitual, a equipa moçambicana demorou assentar o seu jogo, viu os sul-africanos a passearem a classe nos primeiros 15 minutos (acima de tudo), com Dominguez, Hotto, Nange e Cole a darem muito trabalho à defesa da UD Songo. Depois algumas jogadas venenosas junto à área dos “hidroeléctricos”, eis que aos 19 minutos Hotto abre o activo, num remate rasteiro na área, depois de um grande passe de Nange, que fez um trabalho espectacular na esquerda, antes de servir o namibiano para facturar. O golo era merecido aos sul-africanos, pois, até então a UD Songo andava desnorteado, com sectores desligados e Telinho bem desamparado lá na frente. Faltava agressividade aos campeões nacionais, com John, Banda e Luís a serem os únicos a mostrar vontade de mudar o rumo do “barco”. Aliás, em desvantagem, a UD Songo tinha que vestir o “fato-macaco” e Banda deu aviso aos 26 minutos, com um remate forte de longe ao lado. Três minutos volvidos, foi o John que, da zona frontal, rematou forte e colocado para um enorme defesa de Peterson para o canto. Houve um intervalo para a hidratação, que fez muito bem à turma moçambicana e empatou por Telinho aos 34 minutos. Centro de Banda na esquerda, a defesa sul-africana fica pregada ao chão, Telinho voa alto e empata o jogo de cabeça. Golo moralizador para os campeões nacionais, que logo a seguir quase davam cambalhota no marcador, num contra-ataque rápido conduzido por Banda, que fez um passe açucarado para Luís e á entrada da área rematou rasteiro ao lado.

Foi-se ao intervalo com o empate a uma bola a prevalecer.

NOVAS TREMEDEIRAS

Tal como na primeira metade, a UD Songo entrou com muitas tremedeiras para a etapa complementar, com uma enorme passividade no meio-campo e na defesa. Os sul-africanos voltaram a tirar proveito disso e aos 55 minutos chegaram ao 2-1 por Doutie, numa jogada idêntica a que deu origem ao tento inaugural. Tudo começou na esquerda, de onde saiu um centro milimétrico para Doutie facturar.

Antes disso,  a UD Songo tinha estado perto do segundo, numa triangulação entre Banda, Telinho e Infren, a culminar com o remate deste último, já na área, para o poste, antes de se perder pela linha final.

Depois de se verem novamente em vantagem, os sul-africanos passaram a jogar a seu bel-prazer, com a equipa moçambicana mostrar-lhe rendida às evidências. O Bidvest passou a circular a bola, a dispor de várias oportunidades de matar o jogo e a eliminatória, ao mesmo tempo em que controlava qualquer tipo de ameaça da “hidroeléctrica”. Assim, num buraco que se abriu no eixo da defesa da UD Songo, aos 71ʼ, Dominguez ganhou a bola na meia-lua, maltratou Amorim e rematou em meia-volta para uma grande defesa de Leonel para canto.

A UD Songo só esboçou nova resposta aos 83ʼ, com Zequito fazer centro rasteiro que cruzou a área sul-africana até ao segundo poste, onde encontrou o capitão Luís, que atirou escandalosamente para a barra, com tudo para empatar.

Os últimos minutos foram de sofrimento para a turma moçambicana, pois os “estudantes” prefiriram fazer a gestão do resultado com a bola na sua posse. Aos 89ʼ, Cole podia ter feito o 3-1 a centro de Hotto, mas permitiu a mais uma grande intervenção de Leonel, que do resto foi o salvador dos tetenses.

O 2-1 prevaleceu, vitória justa do Wits, que podia ter saído do Zimpeto com uma mão cheia de golos. Pela frente resta uma missão muito dura para  aUD Songo em Joanesburgo ja no próximo domingo, no embate da segunda “mão”.

FICHA TÉCNICA

COMISSÁRIO DA CAF: Joseph Nkole (Zâmbia).

ÁRBITRO: Tewodros Mitik, auxiliado por Temesgin Atango e Wolday Haileraguel. O quarto foi Birak Kassaun, todos da Etiópia.

UD SONGO: Leonel; Gildo, Amorim, Infren, Tony, Amadou, Candinho (Lau King), John, Banda (Bhéu), Luís e Telinho (Zequito).

BIDVEST WITS: Peterson; Thulani, Nonyane (Domingo), Nange (Monare), Hlanti, Dominguez, Hotto, Doutie, Cole, Mkhwanazi e Motupa (Terrence).

ACÇÃO DISCIPLINAR: Amarelo para Lau King (Songo).

SÉRGIO MACUÁCUA

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