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A INAUGURAÇÃO, ontem, do Corredor Logístico Integrado de Nacala (CLN) é um indicador da viabilidade do projecto de integração regional da África Austral e do compromisso dos países de promover o desenvolvimento económico e social dos seus povos.

O empreendimento, inaugurado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, espelha ainda o alcance dos objectivos traçados nos acordos de cooperação entre os governos de Moçambique, Brasil, Japão e Malawi, bem como a importância estratégica que cada um tem para com o outro no contexto do desenvolvimento das respectivas economias.

No seu discurso de ocasião, Filipe Nyusi explicou que o Programa Quinquenal do seu Governo prioriza as infra-estruturas de base produtiva que têm o condão de promover o emprego e o aumento da produção e produtividade.

 “Nacala-a-Velha, vila outrora pacata e humilde, transformou-se num importante ponto de convergência de pessoas de todo país e do mundo, atraídas pelas oportunidades de emprego e desenvolvimento. Passou a dispor de serviços de qualidade que outrora eram disponibilizadas a partir das grandes cidades”, sublinhou o Chefe do Estado, que apelou às autoridades locais para desenvolverem um plano de estrutura para prevenir conflitos de terras.

Filipe Nyusi destacou que o terminal de Nacala-a-Velha é multiusuário, facto que exige a diversificação de actividades de modo a explorar o potencial existente e promover exportações a baixo custo.

Por seu turno, o ministro do Estado para as Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes Ferreira, que participou na cerimónia, destacou que a cooperação com o nosso país não privilegia apenas a exploração dos recursos naturais, sublinhando que se baseia nos princípios que cada uma das nações defende para fazer crescer a sua economia e melhorar o bem-estar da população.

O terminal multiusuário de Nacala-a-Velha já exportou pouco mais de 9.5 milhões de toneladas de carvão mineral extraído em Moatize, desde a sua operacionalização na fase experimental em finais de 2015.  De Moatize, o carvão é transportado por via férrea num percurso de 912 quilómetros da linha que atravessa o vizinho Malawi e desagua nas águas profundas da baía do Bengo, em Nacala.

Dados apurados pelo “Notícias” indicam que, depois da conclusão da construção de raiz do Porto de Nacala-a-Velha e da construção/reabilitação de novos troços da ferrovia, a infra-estrutura atendeu mais de 120 navios, um dos quais com capacidade bruta de 210 mil toneladas.

Depois de descerrar a lápide, o Presidente da República recebeu explicação exaustiva sobre o funcionamento do projecto e visitou os diferentes compartimentos do Corredor, nomeadamente o centro de controlo das operações do porto e da ferrovia, a exposição sobre a empresa e o virador de vagões.

O terminal inaugurado tem capacidade para escoar 18 milhões de toneladas por ano e pertence a um consórcio constituído pelas empresas Caminhos-de-Ferro de Moçambique, Vale e Mitsui, que se fundem no Corredor Logístico Integrado de Nacala.

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