Director: Júlio Manjate

A petrolífera italiana ENI acaba de seleccionar um total de 19 jovens moçambicanos para estágio no projecto da Fábrica Flutuante de Gás Natural Liquefeito na Área 4 da bacia do Rovuma.

Ao todo serão 800 moçambicanos a serem contratados pela ENI e seus parceiros no projecto da Fábrica Flutuante de Gás Natural Liquefeito, mais conhecido por Coral Sul FLNG, na Área 4 da bacia do Rovuma, em Cabo Delgado.
Numa primeira fase, a petrolífera já contratou 12 jovens que beneficiaram de estágio profissional na Coreia do Sul. Esta terça-feira, foi apresentando mais um grupo de 19 recrutados da Universidade Eduardo Mondlane, que não esconderam a satisfação de fazer parte do projecto.
Para o director-geral do projecto Coral FLNG, este tipo de iniciativas visa potenciar o conhecimento dos jovens talentos moçambicanos em matérias de gás e petróleo.
Sobre o estágio da instalação da fábrica flutuante de Gás Natural Liquefeito, Maurízio Lanzo disse que as obras estão numa fase muito avançada.
O projecto “Coral Sul” é o primeiro aprovado pelos parceiros da Área 4, para o desenvolvimento dos consideráveis recursos de gás descobertos por este consórcio na bacia do Rovuma, no mar. O investimento foi de oito mil milhões de dólares, com o início de produção previsto para 2022. (O País)

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O GOVERNO garante que estão criadas as condições básicas para a implementação da Agenda 2030 em Moçambique. A convicção é justificada pelo facto de os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) coincidirem com as prioridades do Programa de Governação (2015-2019), o que permitiu, à partida, assegurar o alinhamento dos Objectivos Estratégicos do Programa Quinquenal do Governo aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável. Leia mais

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Os países mais pobres do Continente Africano vão receber 7,6 mil milhões de dólares em ajuda financeira internacional, anunciou o Banco de Desenvolvimento Africano (BAD).

Neste sentido, os doadores do Fundo Africano de Desenvolvimento (ADF, na sigla em inglês) decidiram semana passada, na África do Sul, garantir 7,6 milhões de dólares para “acelerar o crescimento económico nos países mais pobres de África e ajudar a tirar milhões de pessoas da pobreza”, refere o BAD, em comunicado divulgado em Joanesburgo, a capital económica sul-africana.

Segundo o banco, trata-se da décima quinta reposição realizada pelo ADF (ADF-15), que representa um aumento de 32% em relação ao ciclo anterior.

"É um forte sinal de confiança no Fundo, que é a janela de concessão do Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento", lê-se na nota.

O ADF-15 abrange o período 2020-22 e vai apoiar os países mais vulneráveis no Continente Africano “combatendo as causas principais da fragilidade, fortalecendo a resiliência e integrando questões transversais”, salienta a nota, acrescentando que “prestará atenção especial à igualdade de género, mudança climática, sector privado e promoção da boa governação”.

O investimento anunciado será direccionado especificamente para regiões como o Sahel, com um aumento de 23% nos recursos do ADF no próximo período, salienta o BAD.

Nos próximos três anos, acrescenta, o Fundo ampliará as suas intervenções com projectos “ousados e profundamente transformadores”, como o chamado “Desert to Power', que visa transformar a região do Sahel “na maior zona de produção solar do mundo, com uma capacidade de geração solar de 10 000MW e 250 milhões de pessoas conectadas à rede eléctrica”.

Como parte da iniciativa, o Projecto de Electrificação Rural de Yeleen, no Burkina Faso, deve dar acesso à electricidade a 150 000 famílias, enquanto que o Projecto Djermaya, no Chade, deverá gerar 10% da capacidade de energia do Chade, destaca aquela instituição financeira africana.

O Fundo Africano de Desenvolvimento compreende 32 estados contribuintes e beneficia 37 países.

De acordo com o BAD, a reposição dos recursos do Fundo é efectuada a cada três anos e entre os beneficiários contam-se "países com taxas de crescimento mais elevadas, virados para novos mercados emergentes e estados frágeis que necessitam de apoio especial para a prestação de serviços básicos".

O comunicado destaca que desde 2010, o Fundo Africano de Desenvolvimento do BAD melhorou o acesso à electricidade para 10,9 milhões de pessoas; forneceu infra-estruturas e insumos agrícolas a 90 milhões de pessoas - incluindo 43 milhões de mulheres; melhorou o acesso a mercados e ligações entre países para 66,6 milhões de pessoas; reabilitou mais de 2300 km de estradas transfronteiriças e melhorou o acesso à água e saneamento para 35,8 milhões de pessoas no Continente Africano, sem mencionar, porém, os países beneficiários da importante ajuda de desenvolvimento.

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MAIS de 300 delegados, em representação de instituições de Ensino, municípios, sector privado e o Banco Mundial, juntam-se na próxima sexta-feira, na capital do país, num workshop visando alinhar o Plano de Desenvolvimento do Município de Maputo. O evento, que é o primeiro de uma série de vários que passarão a ser realizados, pelo menos uma vez por ano, visa a apresentação do Plano de Desenvolvimento do Município, colher as contribuições do sector privado de modo a encontrar-se um equilíbrio entre as prioridades de investimento do Conselho Municipal e do sector privado. Leia mais

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O BANCO Africano de Desenvolvimento (BAD) acaba de canalizar um montante de 33 milhões de dólares norte-americanos, com vista a apoiar o crescimento dos negócios das Pequenas e Médias Empresas (PME) nacionais nos próximos tempos. Leia mais

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