Director: Lazaro Manhiça

 

A AUTORIDADE Tributária de Moçambique (AT), através da sua delegação aduaneira de Ressano Garcia, província de Maputo, apreendeu, de Janeiro a Junho do ano em curso, mais de cinco mil caixas de mercadoria diversa, avaliadas a cima de 3,5 milhões de meticais. Trata-se de mercadoria que estava a ser contrabandeada da vizinha África do Sul, que inclui 4.284 caixas de frangos congelados e seus derivados, bem como 846 de bebidas alcoólicas, refere um comunicado de imprensa da AT, enviado à Redacção do “Notícias”. Leia mais

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A SASOL anunciou a renúncia da licença de pesquisa nos blocos 16/19 da costa de Moçambique, indica um comunicado da companhia a que o Notícias Online teve hoje acesso.

Segundo a fonte, a decisao surge depois duma avaliação do potencial de exploração e do relatório da fase de pré-viabilidade do Estudo de Impacto Ambiental (EIA).

A Sasol recebeu a licença sobre os blocos 16/19 em Junho de 2005. Desde então, realizou actividades de exploração em águas profundas, nas áreas abrangidas pela licença de “maneira segura e ambientalmente responsável”.

Com o abandono da parte das águas profundas da licença, em 1 de Julho de 2013, a área das águas rasas foi mantida, com o objectivo de definir um programa de trabalho futuro para avaliar o potencial de hidrocarboneto restante.

“Compreendendo e apreciando a sensibilidade ambiental da área, a Sasol realizou um estudo de pré-viabilidade, robusto e transparente, através da Golder & Associates, uma empresa independente e respeitável de consultoria especializada em meio ambiente. Este processo envolveu consultas com todas as partes interessadas relevantes, do Governo em todos os níveis, da indústria, como o turismo e pesca e da academia”, explica o comunicado.

Acrescenta que a Sasol devolverá o bloco 16/19, na sua totalidade, ao Governo de Moçambique, tendo, para o efeito, já enviado, às autoridades moçambicanas relevantes, uma notificação de retirada.

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A QUALIDADE de energia eléctrica e a escassez de água estão a condicionar a produção de leite e banana, respectivamente, no distrito da Namaacha, província de Maputo. A situação coloca em risco a garantia de postos de trabalho de centenas de trabalhadores. Por conta da qualidade de energia eléctrica, o distrito da Namaacha está a produzir 90 litros de leite diários, contra uma previsão de 200 litros por dia. Relativamente àdisponibilidade de água, os produtores de banana têm somente 30 porcento do ideal. Leia mais

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O GRUPO chinês Keda Industrial Co Ltd recebeu um empréstimo da Corporação Financeira Internacional, o órgão do Banco Mundial para o sector privado, que será parcialmente usado para construir uma fábrica de cerâmica em Moçambique.

Num comunicado enviado à Bolsa de Valores de Xangai, na quinta-feira, a fabricante chinesa revela que o empréstimo atinge 165 milhões de dólares, sendo que 33,5 milhões estão reservados para uma fábrica de azulejos e placas cerâmicas em Moçambique.

O restante dinheiro será usado para construir fábricas semelhantes nos Camarões e na República Democrática do Congo, para responder à crescente procura por materiais cerâmicos na indústria africana da construção civil, refere a Keda.

A empresa já opera quatro fábricas de azulejos no Quénia, Gana, Tanzânia e Senegal.

Segundo o Boletim da República de Moçambique, o grupo industrial chinês registou em Novembro passado uma subsidiária local, a Keda (Mozambique) Ceramics Company Ltda., dedicada à actividade industrial, exploração mineira e importação e exportação.

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O ECONOMISTA-CHEFE da consultora Eaglestone disse ontem que apesar da degradação dos indicadores relativos à banca em Moçambique o sector continua a mostrar robustez e está “bem preparado” para enfrentar as consequências da pandemia. “O sector bancário em Moçambique continua bem capitalizado e os seis principais bancos, que valem 90% dos activos de crédito e depósitos, têm rácios de solvabilidade claramente acima dos 10% exigidos pelo Banco Central, o que mostra a robustez do sector, que está relativamente bem preparado para enfrentar as dificuldades de 2020”, disse Tiago Dionísio em entrevista à Lusa, no seguimento de um relatório sobre a banca moçambicana. Leia mais

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