Director: Júlio Manjate

Uma proposta de criação da Zona Económica Especial de Chimoio vai,em breve,ser submetida à apreciação do Conselho de Ministros, segundo a Rádio Mocambique.

 Falando na cidade de Chimoio, em Manica, num seminário destinado à apresentação e debate da proposta, o director nacional da Indústria, Mateus Matusse, disse que com a constituição da Zona Económica Especial de Chimoio, serão criados milhares de postos de trabalho. 

A zona económica especial é uma área,geograficamente,delimitada, onde as actividades económicas são reguladas por um regime fiscal e aduaneiro específico.

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê para 2020 um crescimento económico para todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), com excepção da Guiné Equatorial, em recessão desde 2015 e, pelo menos, até 2024.

De acordo com o relatório sobre as Perspetivas Económicas Mundiais, divulgado ontem em Washington, os peritos do FMI antecipam que os países lusófonos em África consigam expandir as suas economias em 2020, com excepção da Guiné Equatorial, que registará uma recessão de 5% nesse ano.

Para além de Angola, que deverá crescer 1,2% em 2020, Cabo Verde deverá registar uma expansão de 5% neste e no próximo ano, a Guiné-Bissau terá um crescimento de 4,6% e 4,9% em 2019 e 2020, Moçambique acelera de 1,8% este ano para 6% em 2020 e São Tomé e Príncipe regista uma aceleração de 2,7% em 2019 para 3,5% no próximo ano.

A Guiné Equatorial, por seu turno, deverá manter-se com um crescimento negativo até pelo menos 2024, mantendo a série de taxas negativas de expansão do PIB que começou em 2013, com uma interrupção em 2014.

Assim, o terceiro maior produtor de petróleo na África subsaariana e o mais recente país a aderir à Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) deverá registar crescimentos negativos de 4,6% este ano, 5% em 2020 e 2,8% em 2024.

Para o conjunto da região da África subsaariana, o Fundo prevê um crescimento de 3,2% neste ano e de 3,6% em 2020, "o que é ligeiramente mais baixo, em ambos os anos, do que o previsto no relatório de abril".

O relatório 'World Economic Outlook', no original em inglês, não se debruça em pormenor sobre as economias africanas, oferecendo antes uma visão mais global da economia mundial.

A análise detalhada à África subsaariana será lançada ainda esta semana, no âmbito dos Encontros Anuais do FMI e do Banco Mundial, que decorrem em Washington.

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê para a economia de Moçambique um crescimento de 1,8% do PIB, o mais baixo deste século, acelerando depois para 6% em 2020 e para 11,5% em 2024.

De acordo com o relatório sobre as Perspetivas Económicas Mundiais, divulgado ontem em Washington, os peritos do FMI antecipam que a economia nacionaltenha crescido 3,3% em 2018 e registe a mais baixa expansão económica desde, pelo menos, o início deste século.

Os dados do FMI mostram um crescimento médio de 8,2% na primeira década deste século e expansões em torno dos 7% até 2015, ano em que a desaceleração se tornou evidente, com o PIB a cair de 6,6% nesse ano para 3,8% em 2016.

Para o conjunto da região da África subsaariana, o Fundo prevê um crescimento de 3,2% neste ano e de 3,6% em 2020, "o que é ligeiramente mais baixo, em ambos os anos, do que o previsto no relatório de abril".

Nas previsões, o Fundo antecipa que a inflação aumente, de 5,6% em 2018, para 7,6% este ano, descendo para 5,5% em 2024.

O relatório 'World Economic Outlook', no original em inglês, não se debruça em pormenor sobre as economias africanas, oferecendo antes uma visão mais global da economia mundial.

A análise detalhada à África subsaariana será lançada ainda esta semana, no âmbito dos Encontros Anuais do FMI e do Banco Mundial, que decorrem em Washington.

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MOÇAMBIQUE acaba de ser reconhecido pelo trabalho que tem vindo a desenvolver para o aumento dos índices de desempenho da aviação civil, concretamente na resolução das deficiências na supervisão da segurança. O reconhecimento foi feito, recentemente, em Montreal, no Canada, pela Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO), na quadragésima Assembleia da organização, onde participam os 193 Estados-membros, com objectivo de analisar detalhadamente o trabalho da agremiação nos campos de operação técnica, económica, entre outras. Leia mais

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O gabinete do projecto Mpanda Nkuwa, um aproveitamento hidroeléctrico a ser construído no rio Zambeze, para reforçar a quantidade de energia eléctrica a ser transportada pela linha Tete-Maputo, entrou oficialmente em funções, informou o Vice-Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Augusto Fernando. Leia mais

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