O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,5% no primeiro trimestre deste ano, comparado com o período homólogo de 2018, anunciou ontem o Instituto Nacional de Estatística (INE).

“Para este valor, o sector terciário foi determinante, com um crescimento de 2,7%, com maior destaque nas actividades de aluguer de imóveis e serviços prestados às empresas”, disse a representante da Direcção de Contas Nacionais e Indicadores Globais, Mónica Magaua, em conferência de imprensa.

Perante um PIB do primeiro trimestre de 2018 revisto em alta em 0,4 ponto percentual, o nível de crescimento registado no primeiro trimestre de 2019 representa uma desaceleração da economia em 1,2 ponto percentual, assinalou Magaua.

“A província e cidade de Maputo, em conjunto, contam com mais de 60% do total do número das empresas existentes no país. Por esse motivo são as que mais contribuíram para a riqueza nacional, depois da Beira e Nampula”, acrescentou.

A economia moçambicana desacelerou 0,3 ponto percentual em 2018, em comparação com 2017 e o PIB de 2018 foi de 3,4%, contra 3,7% de 2017.

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O presidente do Conselho de Administração da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Pedro Couto, disse que os remanescentes 3,5% da dispersão de capital deverão ir para a Bolsa no próximo ano, congratulando-se com a colocação, ontem, dos primeiros 4%.

“Os planos subsequentes para a conclusão do processo de colocação dos 7,5% das acções incluem a avaliação do processo de colocação da primeira tranche; determinação do momento e condições de colocação do remanescente 3,5% das acções, que em princípio terá lugar no próximo ano de 2020”, disse Pedro Couto, citado pela Lusa.

No discurso proferido na Bolsa de Valores de Moçambique (BVM), o responsável disse esperar que “com esta iniciativa a HCB tenha dado o seu singelo contributo para a maior inclusão económica dos moçambicanos, para a dinamização do mercado de capitais em Moçambique e para uma maior credibilidade da empresa junto dos seus principais 'stakeholders'”.

A percentagem colocada ontem à venda do capital social da HCB foi aumentada de 2,5% para 4% devido à forte procura, anunciou a BVM, acrescentando que, no total, a Oferta Pública de Venda foi subscrita por 16 787 investidores, tendo sido compradas 1 510 366 810 acções, disse Salimo Valá, presidente da BVM, numa apresentação ontem, em Maputo, dos resultados.

No discurso, o presidente da HCB disse que os objectivos desta iniciativa eram “a consolidação da observância das boas práticas internacionais de governação corporativa, ao expor a empresa ao maior escrutínio público, colocando-se, assim, mais um pilar no processo de edificação da credibilidade da empresa junto dos principais “stakeholders” nacionais e internacionais, factor indispensável para a sustentabilidade deste empreendimento”.

Por outro lado, a dispersão em Bolsa visava também “a contribuição para a dinamização do mercado de capitais em Moçambique, que constitui um segmento fundamental do mercado financeiro, assumindo-se como uma importante fonte de financiamento, em complemento ao financiamento bancário, de que a própria HCB poderá beneficiar a médio e longo prazos”.

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O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, destaca que Nelson Mandela é “extraordinário defensor global da dignidade e igualdade e um dos líderes mais emblemáticos e inspiradores do nosso tempo”.

Para o efeito, Guterres fez este pronunciamento numa mensagem de homenagem, hoje, pela passagem do Dia Internacional de Nelson Mandela.

Se estivesse vivo, o ex-presidente da África do Sul e ícone da luta contra o “apartheid” completaria hoje 101 anos de idade.

A comemoração do Dia Internacional de Nelson Mandela foi proclamada há uma década pela Assembleia Geral da ONU, com o objectivo de celebrar a protecção dos direitos humanos, a igualdade entre raças e etnias, a resolução dos conflitos entre povos e a integridade da humanidade.

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CONSELHO de Administração da empresa Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) decidiu aumentar a percentagem da primeira tranche das acções previstas para a venda aos moçambicanos de 2,5 para quatro por cento. Leia mais

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A Bolsade Mercadorias de Moçambique, (BMM), tutelada pelo Ministério da Indústria e Comércio, está em acção na província de Nampula, à procura de lançar pontes entre produtores agrícolas e comerciantes, servindo de intermediária, com o objectivo de estabelecer um mercado organizado e assegurar a transparência, integridade e eficiência. Leia mais

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