Director: Lázaro Manhiça

A JUSTIÇA angolana ordenou o encerramento e apreensão de todos os templos da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola, estando o processo de selagem a ser feito de forma gradual, disse à LUSAfonte policial.

“Por despacho do Ministério Público, todos os templos da IURD em território nacional estão apreendidos e encerrados, só que o processo de selagem está a ser feito de forma gradual”, indicou a fonte, acrescentando que só na capital angolana, Luanda, são 211 templos.

A IURD em Angola declarou-se surpresano domingocom a ordem de encerramento de quatro dos seus templos durante o culto, adiantando que nenhum deles estava no lote dos sete edifícios apreendidos pela Procuradoria-Geral da República em Agosto e classificou a operação policial como desproporcionada e excessiva.

Segundo fonte policial os templos estão apreendidos,serão encerradose, enquanto decorre o processo não acolhercultos. Estefoio primeiro fim de semana em que foram retomados os cultos religiosos em Luanda desde Março, altura em que foi declarado o estado de emergência devido à pandemia de Covid-19.

A IURD alegou que a polícia agiu "de forma truculenta e excessiva, cerceando os membros e fiéis que, na ocasião, estavam exercendo seu direito de liberdade de culto" e sublinha que não havia qualquer impedimento legal ou mandato judicial que impedisse o culto naqueles templos, pois os mesmos não foram arrestados ou lacrados pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A PGR angolana apreendeu, em Agosto, sete templos da IURD em Luanda no âmbito de um processo-crime por alegadas práticas dos crimes de associação criminosa, fraude fiscal e exportação ilícita de capitais.

A IURD tem estado envolvida em várias polémicas em Angola, depois de um grupo de dissidentes se afastar da direcção brasileira, em Novembro do ano passado.

Os angolanosacusam a representação brasileira em Angolade práticas contrárias à religião, como a exigência da prática da vasectomia, castração química, racismo, discriminação social, abuso de autoridade, além da evasão de divisas para o exterior do país.- (LUSA)

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O CHEFE do Programa Mundial de Alimentação (PMA) alerta que milhões de pessoas podem ser atingidas pela fome devido à combinação entre conflitos armados, alterações climáticas e a pandemia daCovid-19.

David Beasley, do PMA, recordou ontem,perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas,que em Abril alertou sobre a possibilidade de “uma pandemia de fome” e apelou às nações doadoras e aos multimilionários para que ajudem a fornecer meios que possam garantir a sobrevivência das pessoas em risco.

O PMA e os parceiros do organismo da ONU “estão a fazer tudo”para ajudar 138 milhões de pessoas afectadas directamente pela fome, este ano. Leia mais

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DUAS mulheres e um homem foram presas pela Polícia Federal(PF)brasileira, na noite de quarta-feira(16), quando planeavam embarcar no Aeroporto de Guarulhos, São Paulo, transportando mais de 23 quilos de cocaína para Maputo.

Segundo um comunicado emitido pelas autoridades locais, duas brasileiras, uma de 20 anos e outra de 29 anos, aguardavam voo para Addis-Abeba, na Etiópia, com destino final em Maputo, quando foram abordadas pelos agentes da polícia que, após uma breve entrevista, revistaram as suas bagagens e estranharam a grande quantidade de bombons e artigos de festa que as mulheres levavam.

Ao abrirem um dos pacotes de doce, que possuía indícios de violação, os agentes da polícia encontraram uma substância branca compactada, que suspeitaram ser cocaína.

As mulheres foram levadas para uma esquadra, onde receberam voz de prisão após os peritos identificarem que a substância era mesmo cocaína.

A polícia também descobriu que o volume da droga apreendida superava os 23 quilos, distribuídos dentro de embalagens de bombons, sacos de juta(fibra textil vegetal)e fitas metalizadas.

Simultaneamente à prisão das mulheres, polícias federais detiveram, também no aeroporto de Guarulhos, um homem que tinha sido visto na companhia delas, após confirmarem o seu envolvimento.

Os presos foram conduzidos para prisões no Estado de São Paulo, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

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O PRESIDENTE dos Estados Unidos não vai estar presente no encontro de líderes da Assembleia-Geral das Naçoes Unidasna próxima semana, ao contrário do que tinha afirmado no mês passado, anunciou fonte oficial.

O anúncio foi feito pelo chefe de gabinete de Donald Trump, Mark Meadows, a jornalistas que viajavam no Air Force One, o avião presidencial.

Em Agosto, o Presidente norte-americano tinha anunciado que pretendia discursar na sala da Assembleia-Geral em Nova Iorque, apesar de os líderes de outros países não poderem estar presentes, por causa da pandemia de covid-19.

A reunião anual dos líderes mundiais na Assembleia Geral da ONU realiza-se este ano em formato essencialmente virtual, com os chefes de Estado a proferirem discursos pré-gravados e a presença física de um diplomata de cada Estado-membro.

Os trabalhos da 75.ª sessão da Assembleia-Geral da ONU arrancaram na terça-feira(15), em Nova Iorque, com a participação dos líderes mundiais, por videoconferência, agendada para a partir de 22 de Setembro.

Esta é a primeira vez na história da organização que o encontro se realiza em formato virtual, por causa da actual crise pandémica.

Durante a abertura do encontro anual, na terça-feira(15), o secretário-geral da ONU, António Guterres, considerou que 2021 será “um ano crítico” para organização, defendendo a necessidade de reforçar “os sistemas de saúde” e de promover a “paz e segurança, desarmamento, direitos humanos, igualdade de género e desenvolvimento sustentável”.

Guterres advertiu ainda contra os riscos do unilateralismo no combate à pandemia e apelou a um novo compromisso para a cooperação global, que permita igualmente a distribuição justa e equitativa de vacinas.

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O PRESIDENTE sul-africano, Cyril Ramaphosa, anunciou quarta-feira (16) a reabertura das fronteiras e a autorização da entrada da maioria dos viajantes, a partir de 1º de Outubro, após um rígido confinamento imposto desde 27 de Março.

O país mais industrializado do continente africano tomou essas medidas para limitar a expansão da pandemia do novo coronavírus. As fronteiras continuam fechadas desde então, mesmo que as medidas internas tenham sido afrouxadas.
“Vamos relaxar gradualmente, mas com a cautela das restrições aos voos internacionais”, explicou Ramaphosa, num discurso à nação.
“Permitiremos aos turistas de dentro e os de fora da África do Sul viajarem para negócios e lazer a partir de 1º de Outubro de 2020”, afirmou.
As viagens de alguns países com altas taxas de infecção serão restringidas, completou.
Assim, o Governo vai à lista com esses países cujos cidadãos estarão permitidos de entrar no país sem nenhum impedimento. A África do Sul já registou mais de 650 mil casos e mais de 15.600 mortes até a data, que representa cerca de metade dos casos de covid-19 do continenteafricano.
Entretanto, o número de casos tem vindo a cair de uma média de 12 mil casos por dia em Julho para menos de dois mil novos casos diários actualmente.

 

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